A importância dos detalhes e da Paciência. Ou da falta dela.
Com os anos tornei-me um tipo extremamente paciente e calmo com muitas coisas. É verdade. Menos com aquelas para as quais nunca terei paciência nenhuma. Circunstâncias, canalhices e algumas pessoas evidentemente. Para todo esse concerto serei como sempre fui. Como a minha mãe e o meu avô também eram. A vida foi-me dando tudo. A abundância, o mais completo sentimento de amor de todos os que me rodeavam. Fizeram-me bastante mal todos esses excessos, porque, pela vida fora fui confundindo sempre tudo. A educação que tive, sobretudo aquela que a minha tia Helena Branca sempre priorizou, ‘a opinião dos outros’, nada de bom me trouxe. Erro crasso! Da parte dela, evidentemente. Logo vindo da minha tia, que sempre me deu os maiores princípios. Levei décadas a concluir que a vida e as pessoas não se compadecem connosco em nada. Importa-lhes pouco os nossos ‘estados de alma’, as nossas conquistas e os nossos fracassos. Conheci diversas humilhações públicas e privadas e isso...









