O Intriguista Megalómano.
Era uma vez um homem velho, inteligente qb e detentor de um carácter sinistro e miserável. Figura da política onde obteve no passado alguma importância, atendendo à sua visão estratégica e poder absoluto. O típico homem sombra de um Rei vaidoso, que tudo o permitia fazer. Esse ‘Rei’ foi para ele como D. José I para o Marquês de Pombal. Entregou-lhe o poder absoluto, desde que no Terreiro do Paço, quem figurasse no centro fosse o símbolo maior da monarquia montado no seu cavalo. Tinha sido assim no passado, mas como sempre acontece, o tempo corre e com essa inevitabilidade, as circunstâncias alteram-se e os Reis também deixam de ser os mesmos. Regressa aos bastidores do poder, com outro monarca coroado e já com as limitações próprias da idade. Depressa percebe que o Rei atual, não se limitava a ser uma espécie de ‘jarro com flores’ que enfeita mesas e se limita a discursos de Estado. Inicia um lento processo de tentar construir teias e divisões. Sem sucesso. Limita-se a cont...








