Rúben Cabral.
Ontem fomos a Coimbra à FLUC. Assistir a um triunfo difícil de um puto exemplar. Foi um dia feliz, como os últimos têm sido. Convoquei o António que teve de alterar a sua semana. Não podíamos deixar de estar presentes na defesa da Tese de Mestrado do Cabralzito. Vi-o entrar na escola com o meu filho. Com professoras e turmas separadas na instrução primária. Na mesma turma, depois disso. Começaram a jogar à bola no Glorioso IDV, que fez deles uns homens a sério. Para azar dos dois e sorte da equipa. O Cabral era guarda-redes e o Tóino lateral direito. Muito gostava de ralhar aquele puto com os defesas. E o António um tipo extremamente calmo, mas nada meigo com os atacantes. Um dia disseram-me: “o teu filho é muito raçudo”. Nem sabia o que isso significava em linguagem futebolística. Fiquei a saber que dava porrada da grossa, sempre que o árbitro não estava a olhar. Um dia, entre muitos outros, deu-se ao luxo de quase partir uma perna a um puto do ACM e quem levou cartão foi...









