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"Adeus ó Esteves!"

O que me separa deste texto que nunca partilhei, é o dia do funeral da minha tia em fevereiro de 2017.   Não me envergonho de o ter escrito. Não me envergonho de nada.   Talvez pela primeira vez, me sinta a um passo da loucura.  Talvez seja isso.   Desde que deixei de contar para a normalidade da vida e dos dias, fui ficando assim.  Habituei-me.  Como sempre nos habituamos a tudo o que a vida nos oferece.  Neste caso, à inutilidade.   Habituamo-nos.  É sempre mais fácil.  Nada fazer.  Bebo copos,  Fumo cigarros,  Atrás de cigarros.  Copos atrás de copos.  Sem ninguém por perto.  É mais decente assim.  Deixaram de haver comentários.  Públicos.  Sei lá?  Vou escrevendo, cada vez mais e a um ritmo alucinante, mas sinto-me a enlouquecer.  A procura da virtude, do sublime e do infinito, por vezes acarreta estes riscos.  ...

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Penso que, finalmente acabou, mas com aqueles 5 técnicos e toda a escroque miséria que evidenciaram em fevereiro, nunca se sabe. Cá estarei. Não tenho medo de vocês. para os enfrentar. Alguns milhares de euros depois.