O parvinho da República.
Ninguém nestes tempos sabe, porque não sabe. Os tempos são sinistros e imediatos. O que hoje escrevo, amanhã pode e oxalá esteja, completamente ultrapassado. Tenho a dizer algumas coisas enquanto temo não me desminta: 1º Votei no António José Seguro, por exclusão de partes, o meu candidato era o apresentado pelo Partido Comunista Português, António Filipe. Votei no homem de Penamacor, logo à primeira volta porque sou um democrata pragmático; 2º Sempre duvidei de um jovem demasiado certinho e caralhinho, como sempre foi o Tó Zé; 3º Na segunda volta todos os mais de 70 % dos democratas de esquerda e direita votaram CONTRA o Venturinha. Onde andas Tó Zé? Estás à espera que sejas a última voz a afirmar-se neste triste e lamentável país que tens pânico em colocar em eleições? Não aprendeste rigorosamente nada com o velho Mário Soares nem com Sá Carneiro que partilharam sempre a mesma ideia: “um político pode errar e erra, mas quando lhe falta a coragem, falta-lhe tud...








