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O Velho e o Mar.

Comecei a ler Hemingway talvez com 17 anos. Lia os seus livros compulsivamente, retirando-os das estantes do meu pai e da minha tia. Aquele tempo que os seus livros retratam, não era nem nunca foi o meu, só que aquela forma de escrita e a magistral maneira de o descrever era um fascínio. Escuso-me de dizer os livros que li, até porque não interessa. Foi um homem intenso. Jornalista de guerra, repórter, romancista, caçador de caça grossa em África, pescador de espadartes nos mares das Caraíbas e bêbado. Foi, por tudo isso, um homem substantivamente invulgar, contrariamente ao que a mediocridade das vidinhas breves e beatas possam dizer. Homem de algumas paixões e escaramuças fortes. Nada a ver com estas merdas do costume. Dos nadas da vida. Por isso ficou. E, essencialmente, pela sua escrita sublime que tudo diz e transmite com uma verdade translucida. Quando pescava um espadarte nas Caraíbas, agarrado ao seu cinto de segurança porque poderia adormecer, dizia: “tu ...

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Às vezes é melhor tar quieto...

Veneno.

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O Mindinho da Guerra dos Tronos.

Dos roubos e das vigarices esqueci--me. Desta frase, nunca me esquecerei.

Canções de Embalar.

À uma da tarde no local do costume.

A importância dos detalhes e da Paciência. Ou da falta dela.

Ainda as Piscinas de São Pedro.

O Cabral, o António e a minha Casa.