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Vieira.

O meu pai nunca ajudou a minha mãe com as coisas dela da Nazaré. Desprezava os cunhados e sempre teve razões para isso. Uns escroques, quase todos. O meu pai era assim. Deixou-a sempre sozinha com as suas coisas. Fui eu que um dia bati com a mão na mesa com mais força que a mesa poderia suportar e resolvi tudo em dois segundos. Resolvi uma vergonha que se distendia há mais de vinte anos, simplesmente porque entrei numa pequena sala e vi um primo e uma tia que puseram uma senhora de mais de 70 anos a chorar desesperadamente. Era a minha mãe. Ofereci mais que o dinheiro de 1 metro quadrado na avenida da Liberdade em Lisboa e ficou tudo resolvido. Por um bocado de terreno a que moralmente nunca tiveram direito. Nunca pensei nessa altura ter conseguido esta casa, com esse gesto intempestivo. Passaram mais 20 anos e hoje vivo na Nazaré e nunca mais deixarei de cá viver. Temos construído o nosso conforto devagar, como gosto de fazer as coisas. Adoro isto na direta proporç...

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Penso que, finalmente acabou, mas com aqueles 5 técnicos e toda a escroque miséria que evidenciaram em fevereiro, nunca se sabe. Cá estarei. Não tenho medo de vocês. para os enfrentar. Alguns milhares de euros depois.

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