Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Apresentados

Sem fim.

Quantas foram as vezes em tive de dizer ‘Adeus’? Ou ‘até sempre?’ ou mesmo ‘até nunca mais’? Quantas foram, meu Deus? As primeiras, e por serem as primeiras, inevitavelmente foram as mais difíceis, desgraçadas e sofridas à exaustão. Com os anos e com a vida, dizer ‘adeus’ tornou-se menos difícil. Com as mortes, inevitáveis, todas elas. De vivos e mortos, tudo se torna mais ‘corrente’. Sofrimentos eternos acarretam, como é lógico e evidente, só que, deixam de ser uma coisa, digamos, ‘nova’. Cada vez me convenço mais que nascemos para conviver connosco e … com quase ninguém. Não partilho da opinião do outro que proclamava aos quatro ventos “que a nossa família é quem nos ajuda”. Digo apenas que a nossa família, somos nós mesmos. E mais ninguém, porque o resto, às vezes é, outras vezes não! Este texto é para ti António e para ti João, que nunca me faltaram em circunstância alguma. Todos os outros, agora, todos mesmo, não me interessam rigorosamente nada. Qualquer deles. ...

Mensagens mais recentes

Os asquerosos tipos do Chega.

Quem desdenha, quer vender!

O Rei Vai Nu.

A importância de pedir perdão.

António Alçada Batista.

Espelho meu, espelho meu.

O triplo mortal ‘sem rede’.

Pregado Fresco com 2 Amigos na Celeste.

Biblioteca de Instrução Popular.

Delito de opinião.