o Azul das manhãs na Nazaré.
Passei a noite inteira a ouvir música. Tranquilo, com meus phones fabulosos, é verdade. E claro, a pensar e a escrever. Muita coisa pensei, senti, escrevi, li e ouvi durante esta noite maravilhosa. O Sol apareceu entretanto e tornou o mar com um azul tão terno e sublime que por vezes me obriga a esperar por ele, só para olhar o seu reflexo neste mar sem ondas nem maresia. Nada tem a ver com o meu mar da praia da Vieira, carregadinho de iodo, de ondas, e de um cheiro a maresia como não existe em mais nenhuma praia que conheço. Só que este na Nazaré, agora, é o que tenho e por alguns anos continuarei a ter. Azul sereno quando a primeira luz do dia o cobre. Magnífico azul que o faz aparecer nesta hora sublime. Antes de me deitar, e na mais absoluta paz, tenho de deixar escrito, que o que mais importa é mesmo a libertação absoluta de sermos nós próprios em qualquer situação, porque a Luz sempre chega e transforma tudo em cor, numa perfeição que nos ultrapassa sempre, por m...







