Sun Tzu.
A todos os silêncios cúmplices. Após a tempestade Kristen, passei uma semana na Vieira, tal como todos. Sem luz, sem água, sem comunicações. Quando chegou a luz, beber uma cevada em casa era um luxo. Como tantos pequenos luxos que iam e vinham diariamente. Fui viver para Leiria. Chovia copiosamente em minha casa e no meu prédio. Como em todas as casas e em todos os prédios do nosso concelho. Tinha apenas uma preocupação: os clientes do Café Liz, que se encontrava repleto de gente irresponsável que o frequentava diariamente. Com um gerador ligado e a chover lá dentro, sendo a água que caia copiosamente do teto ‘amparada’ por um guarda sol virado ao contrário e pregado ao teto com um buraco na lona que permitia que a mesma escorresse para dentro de um enorme balde de plástico de mais de cem litros que era deitado na rua quando enchia. Pedi, nessa altura por escrito ao proprietário do negócio que fechasse as suas portas por motivos de segurança de pessoas e bens. Tal não se ...









