Espelho meu, espelho meu.
O texto do ressabiado. Depois de ter lido a definição que me foi feita pela Senhora Secretária da Assembleia de Freguesia de Vieira de Leiria, “…/… só não te chamo filho da puta porque a tua falecida mãe não tem culpa nenhuma do projeto de homem falhado que criou. Que descanse em paz, que já lhe bastou o castigo de te ter aturado! ”, embora o pai dela o ande a jurar a toda a gente que não foi dele esta nobre escrita, qual cobarde que sempre foi e que os seus amigos fingem acreditar, deparei-me comigo a pensar nisto. E a pensar seriamente. Ninguém gosta de imaginar a nossa mãe a pensar estas simpáticas coisas de nós mesmos. Ainda mais de um filho muito desejado e sem irmãos. Para os pragmáticos da vida, estas coisas têm pouca ou nenhuma importância. Só que para mim têm e têm muita importância e sempre terão. Nem é pelo autor ou autora da frase. É pela frase em si mesma. Não a vou escalpelizar. Nem tão pouco tecer considerações acerca de quem a subs...







