"Puta que pariu Dª Natalina!"
Quando a opinião dos outros nos deixa de interessar.
Na reunião do PSMG desta semana o Presidente descompôs-se em
gritaria porque alguns jovens turcos estavam indignados com alguns ataques nas
redes sociais.
Os imbecis do costume que relevam o assessório sempre em
desprimor do substantivo. Coisa normal entre imbecis.
O que é engraçado é que estes meetings sabem-se sempre porque
há canalhitas que os fazem transbordar cá para fora.
Há muito que me estou borrifando para todos esses aglomerados
de gente. Por isso saí de todos os rebanhos por onde passei.
A opinião dos outros desinteressa-me absolutamente. Posso
estar certo ou errado. Não interessa, porque me basta. Depois, até posso
alterá-la, com conversas calmas e desinteressadas com todos os que não pensam
como eu.
Neste último mês e meio deparei-me com sinistras figuras e
fui-me habituando. Desconfortavelmente. À cobardia, à canalhice, à mentira e ao
corporativismo da ‘função pública’ em que os técnicos e os políticos mais não
passam que de irmãos siameses. Protegem-se uns aos outros. Na cretinice de
propósitos, de declarações de voto assertivas e contrárias ao voto que depois
manifestam e claro aos textos nas redes a tentar justificar o injustificável.
Nesta altura, como há muitos anos, repudio totalmente o
‘politicamente correto’ de toda esta gentalha, que gentalha é.
Que ninguém me venha dizer (como muita houve) que não devo ou não posso dizer o
que penso contra os argumentos falaciosos e cobardes porque me podem prejudicar
futuramente.
É que me estou a borrifar para isso tudo e para toda esta
gente, que me deu 5 dias para fazer obras brutais de contenção de um edifício,
que se eu não as contestasse tecnicamente (e para isso tive de contratar um
engenheiro civil reputado), estaria agora a transgredir.
Canalhas todos.
Politicamente correto?
Como disse o grande Zé do Cais num almoço no meio de uma conversa: “Puta que pariu!” Depois olhou para a senhora que estava ao seu lado com quem fazia bastante
cerimónia e corrigiu:
“Puta que pariu D. Natalina, mas com todo o respeito!”



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