Praça da República, 22 - Nazaré.



Restaram-me uns vinte e tal livros de uma edição de 500.

No mês passado fui à 51ª Feira do Livro da Nazaré, como vou há três anos e enviei um mail para o Presidente da Câmara a perguntar se seria possível fazer uma apresentação do meu ‘Praça da República, 22’ naquele espaço.

Não sei quem é o senhor, aliás, por aqui não conheço ninguém.

Passados uns dias tinha uma reunião marcada com a diretora da Biblioteca Municipal da Nazaré que queria ‘conhecer’ o livro.

Nada mais.

Fui convidado posteriormente para ser incluído no Festival literário da Nazaré, que decorrerá durante todo o mês de Novembro próximo.

Um mês inteiro de divulgação de autores e de livros.

Repito, não conheço ninguém na Nazaré.

A apresentação ficará a cargo da Helena, e três textos lidos. Um pela Alexandra Lencastre, outro pelo Paulo Lameiro e o último pelo Alfredo João.

A mim cabe-me a honra de saber que se a minha mãe fosse viva, ficaria muito orgulhosa.

Sensibiliza-me muito essa certeza.

Coitada dela.

Estará comigo, nessa noite de Novembro. 

Na sua terra.

Vai ser muito bonito.



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