Os Silva Rodrigues.



Ponham-me lá em tribunal agora Senhores Silva Rodrigues.
Uma vez aprendi que nunca nos devemos meter em guerras perdidas. Não é o vosso caso, porque as travam sempre com ódio e nunca com a razão, por isso perderam uma fortuna de 350.000 € há 40 anos, só para o meu pai não ganhar 1.500 €. Coisas de gente, digamos 'estranha', sinistra e mal-agradecida. Coisas de novos ricos, invejosos e estúpidos. Tudo farinha do mesmo saco. Depois foi a 'doação' no trespasse ao filhinho por 150.000 €, que ainda hoje se encontra a pagar essa estranha e falsa doação. Hoje és tu, o artífice dessa aldrabice e primeiro secretário da Assembleia Municipal e a tua filha Secretária da Assembleia de Freguesia da Vieira. Que vitórias e virtudes públicas! Triste gente!
Vergonha.
De vocês todos!
Venha de lá o processo, assinado por alguém que não tu, mas pela tua pena.
Todos o conheceremos, porque de tudo te vais valer.
Ridícula figurinha da minha terra. Mas deixa lá, terás sempre quem te defenda, nesses ambientes da beatitude onde te moves. E, por valorizarem isso e outras coisas acabaram com outras, tidas por eternas. 

Eternas. 

Opções de quem te defende, acima de tudo e de todos. As coisas e as pessoas que perdi por tua causa.
Nunca conseguirás imaginar.
Mas também, nesta momento não interessa rigorosamente nada. Não interessam.
Justiça connosco, pá.
Só me aborrece que nem cara tens para aparecer. Contigo, nestas coisas é sempre tudo na sombra. Sempre na sombra dos dias e das noites.
Canalhas!
Lembras-te do telefonema que te fiz a pedir para o teu irmão fechar o café?
Estava a chover e esteve, três semanas continuamente.
Lembras-te o que me respondeste?
Eu não!

Foi necessário a Câmara Municipal, a Proteção Civil e a Guarda Republicana vos ter posto na rua ao pontapé, porque nem o despacho do Presidente da Câmara respeitaram.

Fizeste bem em não me responder.

Canalhas.

E ainda há quem te defenda e te desculpe?

Não há dúvida, que a vida é, ou tornou-se, para alguns, um local bem estranho. 

Por mim, borrifo-me para isso tudo. Habituei-me a perder pessoas. 

E a ganhar outras.

Faz parte.

Não há dúvida que a Nazaré me tem feito bem.



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