O ‘Intelectual’ Camuflado.
Ora aí está o dono dos dois perfis anónimos da Marinha Grande
e o seu real motivo para tanto ódio expresso nos seus cartoons e textos
opinativos.
É o Andrezito pequeninito. Não sabe perder, porque a culpa
dos seus insucessos, fracassos e frustrações é sempre dos outros e das suas
origens.
O escroque em estado puro, que nunca se soube afirmar em
coisa nenhuma.
Não terminou os seus estudos para padre, porque foi convidado
a sair borda fora, enquanto participava vestido de branco com uma túnica até
aos pés, nas procissões em honra de Nossa Senhora dos Milagres bem perto do
padre e dos andores com os santinhos que desciam ao povoado pelas ruas da
Vieira, agarrado a um terço de contas de madeira enormes e alugava na semana seguinte,
revistas de gajas nuas para alívio de certos adolescentes desesperados, com as
hormonas aos saltos, no seminário diocesano de Leiria.
Nunca quis, simplesmente por falta de talento, não por
ausência de meios financeiros familiares, iniciar sequer uma licenciatura,
quanto mais saber terminá-la. Mesmo numa universidade de vão de escada,
naqueles difíceis tempos dos ‘idos de 80’. Estava habituado a assar frangos no
verão e a comer francesas dentro das barracas da praia pela noite dentro.
Transformou-se em intelectual precoce, porque passou a
escrever algumas coisas pedantes durante anos e anos num respeitado jornal de
Leiria e depois destratou (nas suas palavras – coisa em que nunca acreditei,
porque para isso seria necessária coragem e razão) e saiu sem honra nem glória,
porque o dono do jornal já não o queria para nada. Após isso, andou anos
agarrado a um microfone da rádio local, também em Leiria, capital da
‘inteligentzia’. Casou com uma filha de pequeno empreiteiro com uns tostões no
bolso (coisa pouca), e de quem todos os seus amigos gozavam à sua frente, mas
ele nunca manifestou qualquer desagrado com isso. Ela era tão ‘inteligente’,
que nem percebia que estava a ser constantemente alvo de chacota. Mas tinha
mais uns cobres que ele. Bastava. Era suficiente. E foi. Até que deixou de ser.
Coisas do amor puro ou da falta dele. Enfim, coisas de bandalho.
Montou um bar pretensioso nos anos noventa em Leiria perto da
rua direita. Coisa fina, para gente jovem da fauna dos ‘intelectuais’, dos bêbados
e meninos da coca. A fina flor do entulho.
Concebeu, anos mais tarde, um restaurante lindo. Faliu e
fugiu com dívidas até ao pescoço que nunca soube, não pode ou não quis honrar.
Vou mais pela falta de honra, porque quando não se tem dinheiro para assumir
compromissos, pede-se, nem que seja com o aval dos pais (coisa que, por exemplo
nunca fiz – pedir avales aos meus pais). Sempre pedi e paguei empréstimos só com
a minha assinatura. É que a assinatura ainda vale. Até nos posts facebookianos.
Saiu de Leiria e refugiou-se numa casa do pai onde dorme agora
por cima da antiga grelha dos frangos. E começou a trabalhar no novo mundo da
comunicação e do marketing.
Fez uma campanha de publicidade medíocre e a meu pedido,
porque eu como sou o dono disto tudo, tive oportunidade para o tentar ajudar, na
divulgação e estudo do projeto ‘Praia da Vieira, Capital do Iodo’, produzindo então
um memorável outdoor e flyers absolutamente ‘impactantes’ e inesquecíveis.
Após esse feito sublime, construiu uma sanita a partir do
logo do TikTok, como nova imagem institucional do município com a ‘assinatura’
de campanha do +Mpm “raízes de talento e inovação” e esbardalhou-se todo.
Produziu toda a campanha do +Mpm, construindo, após a
estrondosa derrota política desse curioso movimento de ultra liberais uma
página, de ‘verbos e verbas’, que, entretanto, e abruptamente, acabou, vá lá
saber-se porquê.
O ressabiamento nunca conduziu ninguém a lado nenhum que
preste.
É o caso deste homem.
Um simplório e breve imbecil que nunca produziu rigorosamente
nada de jeito.
Agora é anónimo nas redes sociais da Marinha Grande com dois
perfis distintos. Um de achincalho primário, por vezes com estratégicos erros
de ortografia, outro de manifesta, isenta e bem escrita opinião política, mas sempre tendenciosa.
Protege-se no anonimato.
Muito nos divertimos nós, quando éramos uns putos de 20 anos,
felizes e cómicos.
Esqueceste-te desse puto que foste um dia, com tanta vaidade,
soberba e abundante presunção.
Azedaste e acobardaste-te.
Acontece aos melhores, deixa lá.
Conferiste-me uma importância que nunca imaginei ter.
Já fizeste mais cartoons meus que os que construíste ao atual
Presidente de Câmara.
Vê se arranjas outra obsessão para aliviar a inveja, os teus
diversos recalcamentos e frustrações, só típicas daqueles que se têm a si
próprios em elevadíssimo conceito, quando nunca passaram afinal de uns pacóvios,
provincianos e cobardes desta e de todas as vidas.
O D. Quixote era um ‘louco’ que lutava contra moinhos de
vento, acompanhado pelo seu impagável e inteligente escudeiro Sancho Pança.
Conheces a história? Claro que conheces.
Avançava contra moinhos de vento é verdade, mas fazia-o de
cara descoberta.
Tu és muito mais lúcido que o ‘cavaleiro da triste figura’. É
verdade, só que não tens cara para levar com uma espada no pescoço, porque, bem
vistas as coisas, nem cara tens. És um moinho a cair de podre.
Um monte de pedras, sem nome, sem assinatura, sem qualquer
honra ou dignidade. E para montes de pedras a cair aos bocados, sem qualquer
valor patrimonial e histórico que os mantenha e preserve, basta por vezes uma
ventania, para se desfazerem em cinzas, pó e nada.
Como foi o caso agora.
Este texto é dedicado ao perfil construído a 4 mãos, com o
engraçado nome do senhor Augusto Oliveira, da família dos Oliveiras, da Olivedesportos,
evidentemente.
PS:
Com a minha ulher, os meus filhos ou com os meus mortos, ninguém se mete rapazito. Ninguém!
Nem Deus, se existir, porque até esse, se existir, e como dizem, é justo e deve-nos dar sempre tempo de resposta.
Já tu, és um escroque, cobarde e execrável.
Uma puta, com todo o respeito por essa profissão.
Tu e o Lélito Pateiro, que te sussurra os temas dos desenhos.
O que ganho com isto?
Vomito-os!
Em público.
Basta-me.



Comentários
Enviar um comentário