O Cabral, o António e a minha Casa.
Ontem vieram colocar um toldo no meu terraço. 5 por 3. Verde.
Com filtros uv, impermeável e com alguns anos de garantia.
Ficou impecável. Só tive de mudar a antena do prédio que o
Pedro fez na perfeição e por isso agradeço à sua Santa mulher, Célia de seu
nome, porque só confio nos melhores da Vieira para este tipo de trabalhos.
Para a semana chegará uma mesa linda de madeira. Extensível
que dará para todos nós. Aqueles que se gostam e que adoram estar juntos,
felizes e divertidos numa confraternização qualquer.
Muita gente por cá tem aparecido e continua a aparecer.
Refiro-me a gente Amiga e mesmo assim temos tanta. Eu, a Helena e os miúdos.
Hoje foi um dia engraçado. Apareceu-me um puto que adoro, apenas
para beber um café, depois de almoço.
Bebeu um. Depois bebeu outro e fomos conversando pela tarde
fora, sozinhos.
A ver o mar, a divagar e a trocar ideias sobre tudo e sobre
nada.
Preparei-lhe uns berbigões para lanchar e abri-lhe um
branquinho bom e fomos ficando.
Resolve, já de noite, provar a sopa de alho francês que tinha
feito ontem e ainda se deu ao luxo de comer umas cerejas que a Helena tinha
trazido.
Muito falamos nós.
Sem agenda, sem temas pré-estabelecidos, sem nada.
Entretanto telefona o António que pus a falar com ele e
combinaram cá vir almoçar no sábado.
Muita gosta esta gente de cá vir para comer.
O Ruben, Cabral para os mais íntimos, é um puto do caraças.
Lá vou ter de ir ao mercado no sábado de manhã, comprar tudo
o que me faz falta para receber aqueles dois, que um dia vi entrar na mesma
sala, no mesmo dia e com a mesma professora que fez deles os homens que hoje
são.
Dois tolos.
Um gostava de ser Presidente de Junta, já o meu, a sua
ambição maior é ser Presidente do Industrial Desportivo Vieirense.
Deve ser por isso que vêm à Nazaré, a ver se os convenço a seguir
em frente.
Não tenho qualquer vontade de o fazer.
Há sempre gente mais competente para isso, como todos
sabemos.



Comentários
Enviar um comentário