Penso que, finalmente acabou, mas com aqueles 5 técnicos e toda a escroque miséria que evidenciaram em fevereiro, nunca se sabe. Cá estarei. Não tenho medo de vocês. para os enfrentar. Alguns milhares de euros depois.









Agora?

Agora já não.

Já não trás barulho.

Já nem é nada.

Apenas uma memória triste.

Nada mais que isso.

E, nem sempre.

Uma memória triste. Já nem isso é!

Para isso é necessário ser-se um promontório de ondas e de afetos. Uma fortaleza enorme de ondas de mais de 30 metros para nos resolvermos nas águas que nos correm. Só que os afetos e os amores ficam sempre do outro lado.

A Sul.

São anos, pratas, memórias e inúmeras estórias que se dissipam numa ‘coisa’ estranha’ que uns chamaram Amor, outros conveniência ou ‘saber estar’ e outros ainda, ‘coisa nenhuma’.

‘Pergaminhos, como dizia o meu pai, é tudo uma questão de pergaminhos.’ Dizia ele a gozar, evidentemente. Com os 'pergaminhos' da decência protocolar.

É da vida, como dizia o outro.

É da vida.

Não da minha.

É que o promontório e as enormes ondas da Nazaré são na praia do Norte.

E essas ondas, nunca serão as minhas.

Prefiro a praia à minha frente.

De mar calmo, sereno e verdadeiro.

Com traineiras, gaivotas e sem esquemas analíticos.

‘Sem pergaminhos’, como dizia o meu pai referindo-se a outras coisas e a outra gente.

‘Sem pergaminhos.’

Sem delicadezas falsas.

Sem nada.

Apenas a vida.

De todos os dias.

Aquela que é difícil e dura para todos nós.

Com quem lutamos e vencemos sempre, desde que a sorte a dignidade e a justiça nos acompanhe.

Foi mais ou menos isto que nos aconteceu a todos no passado dia 28 de janeiro.

Lembram-se?

Todos os obstáculos ridículos, porque mais cruéis, tornam-se apenas no que são.

Totalmente dispensáveis e sempre ficam a falar ou a gritar sozinhos.

É da vida, como dizia o outro.

Bom dia vida!

Bom dia futuro!

A vistoria da Câmara na sexta lá virá verificar se tudo ficou nos 'conformes'.

Aguardarei o despacho.

Serenamente, porque a borrifar-me para ele e para quem o escrever e subscreve.

Incompetentes. 

Nunca souberam o que é cerne com 170 anos.

Tentei evitar uma tragédia. Foi apenas isso que tentei.

E deram-me 5 dias para ter realizado todas estas obras. Sem saber se 

tinha dinheiro, materiais, empreiteiro e mais o que fosse.

Quando uma Câmara tem gente assim, Deus nos salve. A começar 

pela Chefe dessa divisão que tem a mania que é a última bolacha do 

pacote.

Nunca me esquecerei de ti, Inês, das pestanas falsas. Entre outras 

coisas. Falsas.

Nunca.

Por vezes deves tentar calçar os sapatos dos outros. Sabes porquê? 

Porque são pessoas. 

Não te ensinaram isso nos aventais, rapariga?

Um dia destes inscreves-te no Partido Socialista da Marinha.

Todos sabemos porquê.

PS:

Tive de constituir um gabinete de advogados e um gabinete de engenheiros civis que fizeram a apresentação deste caso e da conclusão das obras. Mesmo assim, e apesar dos relatórios enviados e das fotos finais das obras, os 'técnicos' querem ir verificar in loco. Não abro a porta a canalhas, por isso lá estará o António que é arquiteto e tem competência superior para lhes dissipar todas as dúvidas. Oxalá tenham inteligência suficiente para o ouvir. Coisa que duvido, porque incompetentes e canalhas são. Nada mais que isso.

5 dias para ter feito tudo isto. A tempestade Kristen não foi responsável por nada disto. Foi isso que escreveram.

Foi isso que os elementos com pelouros votaram.

Nunca me esquecerei disso.

Quando os políticos têm medo de técnicos medíocres, é nisto que dá. E fazem-nos gastar milhares e milhares de euros.

E a principal até quer ir para a Câmara de Leiria. Há muito que por lá devia estar. 

Sempre pode atrapalhar a vida a outras pessoas.

Uma vez ouvi da doutora Inês Marrazes esta sublime frase: "eu, com todo o meu saber, nunca deveria 

ter sido emprateleirada pelo Aurélio."

Não sei se foi a única coisa que o Lélito, o pateiro fez bem em quatro anos.

Provavelmente deve ter sido.

"Com todo o meu saber", que frase tão modesta e ridícula!

Anda lá agora dizer que falta alguma coisa nas obras que me obrigaram a fazer. É que se houver, cá 

estarei. 

Não tenho pressa nenhuma.

Cá estarei para satisfazer todos os vossos caprichos.

Nesta altura é um enorme prazer, satisfazer-vos as necessidades de todas as filhas da putice.

Os chamados 'poderes menores', dos corredores da função pública, de técnicos superiores que nunca o 

seriam no privado, porque aí tinham de se reger por objetivos e não por canalhices de merdosos que é o 

que vocês os cinco foram comigo.

Venham de lá mais obstáculos!

Estou à vossa espera.

Não tenho medo de qualquer de vocês. Só me ficou o asco. E chega-me. Por isso nem a porta vos abro, 

porque nem para vocês quero olhar.

Bastou-me a primeira vez que vos abri no meio de um temporal a porta da minha casa, construída em 

1905. Nem os vossos avós tinham nascido.

Filhos da puta!

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