Os Rodrigues. O Trespasse de 2002.



Poucos documentos bastam, por trilhões de palavras.

Um segredo guardado há 23 anos.      

 

Comunicação de Trespasse para exercer o direito de preferência.

 

Resposta dos senhorios:



Comunicação de trespasse por valor diferente, para exercício do direito de preferência:


Resposta dos senhorios:

Conclusão do Exmº Senhor Henrique Pereira Rodrigues:


Depois disto veio a doação, sem o obvio direito de preferência e com o respectivo pagamento da primeira 

prestação.

Isto é a mais respeitável família da Vieira que produziu o primeiro Secretário 

da Assembleia Municipal, Maestro do Coro da Igreja e Presidente de 90% 

das Mesas das Assembleias Gerais da Freguesia. O verdadeiro artífice de 

toda esta sinistra e execrável estória! 

Como disse o Secretário-Geral do PS ontem, para se ser do Partido Socialista 

têm de se respeitar os mais elementares valores da ética e da 

responsabilidade.

Não é o caso!

Eu, nesta fase da minha vida, nada lamento. Ultrapassei. Detenho-me a olhar 

para o horizonte, divertido.




















Querem ver a primeira prestação da DOAÇÃO?

Um Juiz que a peça, que ela aparece!

Por acaso eu tenho-a guardada em print screen.



Como se diz nos Tribunais dos EUA "I rest my case".

Mateus 23:27

"Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície.”


Os meus quatro que já desceram à terra, levaram-vos a todos vós atravessados e nem sequer foi por isto, foi por uma vida inteira de miserabilismos, ingratidões e falta dos mais elementares princípios.

Eu, perdoei-vos a todos. 

Agora, não.

São e depois de tudo isto e com isto, para mim, seres miudinhos e 

execráveis! 

Todos vós!

Um por um, porque todos iguais.

Gente do Deve e do Haver apenas e mesmo entre vós próprios.

Gente mesquinha e de cêntimos.

No dinheiro, nos valores e em tudo.

Gente decimal.

Paz à vossa ... vidinha.

Serão sempre e para sempre felizes, odiando-vos uns aos outros eternamente. 

Invejando tudo e todos que considerarem melhores ou em melhor posição. 

Por exemplo, quando o Nuno, orgulhoso, e bem, mostrava a sua nova casa 

ao irmão mais velho, a resposta que obteve foi:

"Passei a vida a estudar para ver uma casa destas!"

Bela e bonita casa tens Nuno. Foi mesmo isso que o perturbou? Não tinhas 

direito a ela?

Lá esteve ele ontem a gesticular desenfreadamente na Igreja a controlar o 

galinheiro que tentava louvar o Senhor.

O 'Conde de Abranhos' da Vieira.

Para quem leu, evidentemente.

Não deve ter sido o caso.

É que o Eça sempre foi um escritor maldito para os bafientos de sacristia e 

de seminário. Nunca lhe perdoaram 'o crime de Padre Amaro'. 

Até hoje!



PS:

Eu organizei-te todo o processo de crédito para pagares ao teu pai. E era de 75.000 €, lembras-te?
Depois desta vergonha, quando, a conselho do teu pai e irmão, deste o dito pelo não dito, para não passares de uma renda de 120 euros para 300.
Depois, foi o que se demonstra supra.
E quando vos quis pôr em tribunal o teu irmão escreveu muitas coisas, com a assinatura do dr. Pedro Loureiro, que entre muitas frases me ameaçou de quebrar o sigilo bancário a que me encontrava obrigado, com ameaça de despedimento.
Até isso vos perdoei, com o tempo.
Quando a chuva me caia em cima e tinhas o café aberto, repleto de clientes, telefonei ao meu Compadre para te chamar à razão. A única resposta que obtive foi o silêncio absoluto. Caí de joelhos em lágrimas que se confundiam com a chuva que inundava o meu sótão à frente dos meus filhos e nem dei por eles. Sabes, aquele choro enorme porque muito sofrido que não se ouve porque não faz barulho? Foi essa a reação que tive com o silêncio do Rui! Depois só me restava pedir a vistoria da Câmara, porque a minha única preocupação era a integridade física dos teus incautos clientes. Encaminhei-te o despacho do Presidente na mesma hora. Continuaste com o café aberto e só o fechaste quando a GNR te entrou porta dentro. Depois manifestaste-te colaborante numa carta do teu gabinete de advogados perante a autarquia.
Não tenho comentários a fazer acerca de rigorosamente nada.
Na semana passada procurei ter uma conversa contigo para chegarmos a um acordo, que como todos os acordos, necessitam de uma conversa razoável. Estavas aberto a isso. Passadas nem 24 horas vens-me com os meus problemas psiquiátricos e outras considerações abjectas.
Foi o que te disseram para me dizeres?
Por isso alteraste a tua posição tão depressa?
Nunca mais me sentarei à tua frente, nem à frente de qualquer de vocês.
Para isso servem os advogados.
Seja em tribunal ou em qualquer acordo, que só te poderá beneficiar. Quero, no entanto, que saibas que para mim, vocês são e sempre foram e serão ou seja, o pior que conheci em toda a vida.
Estranha gente.

Miserável gente.

E, agora sim, expostos que estão, não falarei mais de vocês, porque cada um que leia este texto ( e será imensa gente, para vossa vergonha), tem o suficiente para ficar com o que melhor lhe aprouver.

Não lamento nada. 

Nem o acaso do meu pai ter feito do teu um Homem. Para muitos, um homem de bem, para mim, um sinistro ser. Ingrato e insignificante, porque sem valores, memória e princípios. 

Como todos vós afinal.

Em duas palavras:

Uns tristes!

E em mais duas:

Uns recalcados!

E em mais duas:

Uns invejosos!

E em mais duas:

Uns miseráveis!

E em mais seis:

Uns vaidosos que não se enxergam!

E em cinco e dedicadas ao Rui:

"a última bolacha do pacote!"


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