JMG, Vindeirinho e Aurélio. A Mesma realidade.


 

Todavia, entre a intenção e a concretização abriu-se um espaço de tensão que não pode ser ignorado. A perceção de processos pouco participados, as interrogações quanto às opções tomadas e o modo como o debate público evoluiu contribuíram para um clima de crescente desconfiança. Aquilo que poderia ter sido um novo momento de convergência acabou por evidenciar fragilidades antigas: dificuldade em integrar vozes diversas, tendência para a polarização e insuficiente cultura de diálogo estruturado.

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Talvez seja esse o ensinamento que importa recuperar neste momento: a necessidade de processos claros, participados e capazes de gerar confiança. Porque sem confiança não há coesão - e sem coesão não há projeto coletivo que resista.”

Editorial do JMG de hoje, 11 de junho de 26

 

Não me deterei no artigo do Vindeirinho, que mais não é que a marca de água deste editorial. Aliás não me detenho nos seus escritos, simplesmente porque esse Vereador não representa ninguém. Foi eleito por um partido fascista. Depois de eleito foi a Lisboa tirar umas fotos com o Pedro Pinto, um dos maiores grunhos do Chega na Assembleia da República.

Passada uma ou duas semanas lá foram, com os mesmos propósitos fotográficos os ilustres deputados da Assembleia Municipal da Marinha Grande. Tudo gente unida.

Após isso, o Vereador cortou com o partido que o elegeu, como se se tivesse eleito a si próprio quando nunca passou de um ilustre desconhecido, salvo em reuniões de pais e afins.

Hoje, diz que representa o povo. Mentira! Representa-se a si próprio, mas o JMG dá-lhe palco e evidência todas as semanas.

Problema do jornal, evidentemente.

Agora estes excertos do editorial dizem muito mais do que deviam de tão claros que são.

A Câmara da Marinha Grande é governada por uma maioria estável. Não tem de perguntar sistematicamente a rigorosamente nada nem a ninguém para poder tomar decisões quando pontuais e óbvias.

Mas na Marinha, nunca é assim, porque há sempre ruído e quem o promova.

Pergunto, onde estavas Aurélio nessa Festa solidária? E tu, Vindeirinho?

15 euros por dois dias é assim tanto dinheiro para ajudar 6 Associações?

O enorme subsídio de desemprego, não te permite esse esforço financeiro Aurélio e o teu ordenado de ilustre professor também não?

Quanto ao editorial, …. dispenso-me a comentários.

Como fui acreditar que esse jornal desse a volta?

Há coisas que nunca mudam. Nem eu, porque sempre acredito com facilidade em tudo o que me parece sincero.

Mal empregados robalos no Ledo em dezembro passado.

Mal empregados foram, porque sempre poderia ter escolhido outra companhia.

Erros que não volto a cometer.

Já estou velho demais para isso.

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