Vai dar Corda aos Relógios pá.



A Helena Godinho, Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, dixit:

"Vivemos" durante um mês e meio após a tempestade Kristin na Câmara... O Plano Municipal de Emergência foi ativado na manhã de 28.01 e no dia 29 a Sala de Crise passou a funcionar para coordenação permanente. Passámos dos dias mais exigentes que qualquer profissional, autarca ou simples cidadão pode enfrentar, e nos últimos anos já foram vários (incêndios, Leslie, COVID-19). Transformámos a estrutura municipal para dar resposta às necessidades imediatas da população. Contámos com a solidariedade de centenas de autarquias, instituições, empresas e voluntários em nome individual que se organizaram das mais variadas formas para nos ajudarem no terreno.

Foi fácil gerir tudo isto? Não foi! Correu tudo bem? Não, não correu. Podemos aprender e reajustar procedimentos? Claro que sim...

Mas reduzir um período tão difícil da nossa história recente a uma imagem negativa por via do que pode ter corrido menos bem, é apoucar todos como comunidade, reduzir a solidariedade e o espírito de entreajuda a uma meia história com um final triste que a Marinha Grande não merece.

Jornalismo felizmente não é aquilo que se viu ontem num determinado canal televisivo. E só para que fique claro, o pedido da jornalista para entrevistar o Presidente Paulo Vicente visava esclarecimentos sobre o estado das candidaturas dos pedidos de apoios à CCDRC, essa sim uma temática interessante para quem quer esclarecer a opinião publica. Sim, porque também essas candidaturas, vieram cair no regaço do município, que teve de se adaptar para mais esta tarefa (análise e validação de mais de 3300 candidaturas) a juntar a todas as outras que já tinha de assegurar.

Cabe agora perguntar: ficaram esclarecidos relativamente a esta questão?!

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Num comentário a este texto, o relojoeiro da Marinha Sr. Hermínio de Freitas Nunes, escreveu:

"Helena Godinho vá dar banho ao cão e não venha dar roda de ignorantes e mentec aptos aos cidadãos. Ficou preto no branco que as instituições municipais estão recheadas de inúteis. O problema não são os jornalistas, são a nomenclatura de parasitagem que vive à custa de quem trabalha e paga impostos.

Este respeitável marinhense cospe veneno há anos e faz-me lembrar, com as suas posturas o dr. Pedro Proença da NOW, que até foi expulso ou da Magistratura ou da Ordem dos Advogados. Não tenho a certeza da origem da expulsão feita pelos seus pares.

É que o relojoeiro da Marinha também se espuma de raiva quando pensa que as verdades absolutas que pensa ter são postas em causa. Grita e cospe-se todo!

Enfim.

Diz-se Historiador, porque tem tido fácil acesso a acervos privados (sabe-se lá como) e dedica-se a elaborados trabalhos de copy/paste.

Foi assim com os arquivos do Padre Lacerda que lhe permitiram escrever um livro, que mais não é que uma exaustiva publicação de estatísticas do Cura. Depois escarrapalha umas páginas com considerações românticas, poéticas e que revelam grande ‘sensibilidade social’.

Há poucos meses levou para casa caixotes e caixotes com registos dos escritórios da Manuel Pereira Roldão com o beneplácito de quem lhe abriu as portas da fábrica.

Brevemente sairá outra obra.

A Helena Godinho não necessita que ninguém a defenda. É muito superior a isso.

Fica apenas um conselho ao copiador de arquivos privados que se dá a ares, sempre cheio de soberba, ridícula ignorância e presunçosa pretensão científica; faça como eu, concorra num concurso nacional para entrar na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e tente ficar, como eu, em segundo lugar. Terá mais de 60 cadeiras para estudar e conseguir tirar uma licenciatura em História e depois um Mestrado. É o que recomecei a fazer este ano, porque só agora tenho meios financeiros para atingir esse desiderato.

Antes disso, cale-se, ganhe educação e não ofenda quem se encontra num patamar substantivamente superior ao seu, como é o caso da Helena.

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