Era uma vez um trespasse.
Há 23 anos ocorreu na Vieira um exemplo notável de um
sinistro processo legal pensado para fugir miseravelmente aos factos, à verdade,
ao respeito pela memória, à ética e à mais elementar decência.
Nessa altura escrevi, com adjetivos abundantes toda a
sinistra forma de ser de uma família respeitável apenas para poupar 40 contos
de reis por mês.
Como resposta, nesse mesmo dia, na minha página de Facebook, obtive
esta frase que gravei nos ossos até hoje:
“O que o álcool faz às pessoas. Tristeza. Uma
história muito mal contada.”
Henrique Pereira Rodrigues dixit.
Uma vez ouvi o Dr. João Paulo Linhares dizer-me que a beleza
da Lei são as suas múltiplas e livres interpretações, desde que respeitem a
verdade e obviamente os factos.
Desta vez irei apresentar, não opiniões, e muitos menos quaisquer
comentários, mas documentos que, obviamente falam por si.
Numa terra pequena, onde se conhecem os cães, os gatos e os
ratos, que cada um fique com o que melhor lhe aprouver.
Não irei adjetivar rigorosamente nada.
Apenas passar a público documentos privados de um implacável
negócio que, face ao que sucedeu recentemente, revelam a ascensão e a queda moral
do ‘império’ da ilustre família Rodrigues.
Houve duas personagens que conceberam toda essa miserável
estratégia. A primeira, o patriarca e a segunda o atual 1º Secretário da
Assembleia Municipal, porque o beneficiário, Nuno Rodrigues, nunca passou de
um tonto, malformado e profundamente invejoso, desde o dia em que nasceu.
Esta semana há mais.
Não é Bullying Zézinha. É a canalhice no seu estado mais puro e com a tua assinatura!
Miseráveis!
Sempre detestei quem só se saiba prender aos cêntimos desta vida. Normalmente perdem a dignidade, a honradez e os negócios bem feitos, porque esses favorecem ou procuram favorecer ambas as partes, como naquele trespasse que o meu pai vos fez. E que aceitaram, tendo-o a ele como avalista, até porque não tinham rigorosamente mais ninguém que assinasse no banco os vossos possíveis incumprimentos. Coisas da memória ou, no vosso caso, da absoluta e execrável falta dela.
Eu disse há dois meses que vos esfolava vivos.
É o que irá acontecer brevemente.
Sem dizer uma palavra.
Esfolados serão com as vossas próprias palavras e assinaturas.
Não é necessário rigorosamente mais nada.
A Vida é não é uma aventura maravilhosa?
Basta sempre dar tempo ao tempo.
Rigorosamente nada mais, meus caros.
Com tanta inteligência, soberba, sabedoria e vaidade acumulada tinham todos vós mais que obrigação de saber que as máscaras sempre caem.
Haja sempre quem as faça cair!
Perdoei-vos a todos no dia em que levava o meu pai à terra.
Está por lá sossegado, há 23 anos. Tantos quantos esse miserável trepasse.
Jamais vos perdoarei novamente.
Canalhas!
E ainda dizes que tens direito a uma indemnização Nuno? Foi essa informação que o primeiro Secretário da AM te passou?
Veremos!
Oferecerei todo esse montante ao IDV, podes ter a certeza!
Porque nada receberás!
Esta 'coisa' será mais fácil e rápida que o processo da Drª Fátima Cardoso, mas com resultados opostos para o advogado que assina o que escreves, Dr. Pedro Loureiro de seu nome. Ou outro qualquer que se preste à mesma figureta, como da outra vez? Lembras? Que até uma ameaça de despedimento do Banco Comercial Português me fez para me impedir de divulgar o pagamento do teu irmão ao teu pai?
Até ai chegaste, grande Cristão?
Paladino da verdade e da decência.
Até com essa tranferência vais levar!
Prescreveu sabes!
Mas existiu.
Cristo seja louvado!



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