Bastou-me.



Todas as guerras trazem perdas para ambos os lados.

Não me refiro a batalhas, que mais não são que ‘intermezzos’ de guerras maiores, até porque também as trazem. Umas previsíveis, outras não.

Não me atormento, rigorosamente nada com as perdas que tive. Quem sou eu afinal perto de tanta gente, de tantas empresas e autarquias, que guerras enormes travam neste preciso momento?

Tive as minhas. Tenho as minhas!

Perdi gente.

Minha. E de quase mais ninguém.

Se é da vida?

Não sei.

Nunca saberei. Afinal nunca foram, quem supus terem sido.

Os dados estão todos lançados. A ‘sorte’ ou o azar ainda estão longe, bem longe de conhecer o seu fim.

Só uma coisa me resta … há mesmo muita gente que perdi.

E, isso basta-me.

Ou melhor, … bastou-me.

PS:

Créditos fotográficos, HI.  

Dispenso é educadores da classe operária, deslumbrados com a quarta classe poética dos outros, políticos iguais a si próprios, juristas sem sentido de justiça, calhandreiros de província, solidários de circunstância breve, amigos e familiares inqualificáveis, gente mesquinha que troca tudo por uma bisbilhotice de carreiro.

O mundo está uma grande merda, todos o sabemos.

E vocês todos, são o quê?

Destelhados? Também eu!

Arranjem-se, porque ninguém vos facilitará a vida.

Eu pedi, aos voluntários da Vieira. Foram-me concedidas 24 telhas desconformes. 

Trouxe-as e agradeci.

Não peço nem pedirei nada a rigorosamente mais ninguém. 

Muito menos ao Estado.

    



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