Aos sem rosto, assinatura, nome próprio e aos outros, plenos de virtudes públicas.

 


A todos os bufos desta vida.

Aos canalhas.

A todos os de alma podre e execrável.

Aos sem rosto

E anónimos de serviço,

Que tudo usam em proveito próprio.

Com a cara tapada.

Bem tapada.

Repleta de todos os ódios e diversos e profundos recalcamentos.

Aos excrementos da sociedade onde nunca se evidenciaram.

Querem ter e mostrar força com as pretensas fraquezas dos outros.

Tentando a simples humilhação,

E achincalhamento em praça pública,

Como a Santa Inquisição fazia às ditas bruxas, judeus e livres pensadores desta vida.

Esta gente nunca morreu.

Foi-se mantendo nas sombras de gerações e gerações de gentalha ressabiada,

Complexada, inútil e absolutamente imprópria para consumo.

Regurgitam agora, nas redes sociais,

Com mentiras,

Pretensas ofensas e cobardias de quem não quer, porque tem medo de apresentar rosto e assinatura.

Os Augustos Oliveiras,

Os Comentadeiros Eleitorais,

Os Sacaduras Júdices e agora o intelectual isento Tomás de Lemos.

Foi nisto que a Martinha Grande se tornou.

Compreendo, os bonequinhos até são bem feitinhos e têm uma graça enorme.

E, tal como o Herman dizia: "eu sou como a madame Teixeira Pinto, gosto muito de me rir".

Até ao dia ... em que vos tocarei à campainha da porta. Só para poder olhar para as vossas carinhas engraçadas. 

Até agora, segundo as tuas palavras, sou um tipo imprestável e herdado a estoirar dinheiro que nunca realizei, pária, bêbado, o dono da Vieira. Mas ainda há mais que deves ainda desconhecer.

 Despedido pelo BCP, doente mental crónico, duas vezes divorciado.

E assim, de repente não me lembro de mais nada que vos possa interessar. Numa relação com anos com a atual Chefe de Gabinete do Presidente de Câmara, certamente porque sou dono daquilo tudo também. 

Convenhamos, já têm mais bonequinhos para construir.

Siga para bingo.

Coragem e força nisso!

Ou já acabaram?

Os de cara tapada têm sempre coragem para mais.

Não parem rapazes.

Fica-vos mal.

Todos os Paulos Dias, Hugos Craveiros e Pedros Gonçalves vos agradecerão certamente, como homens divertidos que devem ser. Divertidos e com manifesto prazer pelo achincalho. Gostaria de perguntar, se achariam piada se fosse acerca do pai deles, por exemplo, que certas atoardas fossem ditas? Enfim. Estranha pergunta a minha para tão digna gente. De certo que adorariam ver o paizinho perdido de bêbado cartoonado e vestido de palhaço de joelhos.  

Ninguém te perturbará nesta tua senda ao encontro da iniquidade, da canalhice, do ódio breve e infundado.

Pois que vivam e sobrevivam para sempre os falsos perfis, e, lá está, cá te espero 'Imperador Augusto' para novas e esperadas lições. De carácter, 

dignidade, decência e verdade.

Como vez, não tenho rigorosamente ninguém que me defenda, apesar de ser o dono disto tudo, com garrafas de vinho espalhadas pelo chão, de charuto e de joelhos, luvas pretas, relógio speedmaster, a escrever com pena de pavão na praia da Vieira. 

Perdido de bêbado.

Obrigado pela caricatura.

Os meus filhos adoraram, como seria de esperar.

Todos eles, sem exceção. 

Falta ainda muita coisa.

Alguns bonequinhos engraçados e extremamente edificantes a meu respeito.

Quando um dia nos encontrarmos, só quero que sejas capaz de olhar para mim demoradamente. E em silêncio de preferência. Nunca serás capaz de o fazer, porque gente como tu não tem coragem para essa elementar cortesia. E, nos lugares que frequento, a merda e a lama não abundam. Não para te atirar nada, já tu, com a cara descoberta, nem para isso - a tua nova ocupação -, terias coragem de fazer. Não faz o teu estilo. Assim em público e com cara descoberta. Não faz definitivamente o teu género rapaz.

Tu, nobre anónimo, podes desenhar os cartoons que quiseres, até me podes 

pôr de joelhos a cagar numa sanita à tua porta, que acho graça a tudo. 

Enquanto não mostrares o focinho, nunca terás a minha resposta a nada que 

publiques daqui para a frente. Não por medo, mas por nojo apenas de 

responder ao excremento cobarde que representas. 

Ao excremento.

Podes pôr-me a vomitar para cima da tua mãe ou da cadela que lhe ofereceste. 

Acho graça a tudo.

Enquanto não fores um homem, nunca mais te responderei e quanto aos 

montes de merda que acharam muita graça à tua publicação, só lhes desejo 

sorte e boa fortuna, desejando que nunca nenhum imbecil como tu os 

achincalhe para que nenhum filho deles veja o seu pai como tu me colocaste 

mim em frente dos meus filhos, que, acredita, te arrancavam os tomates se 

soubessem quem és. 

Mas não sabem.

És um cobarde. 

Um nada.

Se quiseres conversar, aparece.

Mostra-te.

Até lá, fala sozinho ou para esses montes de merda que são poucos e que 

gostam das atoardas que publicas ANONIMAMENTE.

Meu grande filho da puta!


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