Maria João Avillez.

 


Maria João Avillez FOI uma jornalista de primeiríssima água. Inteligente, fluente, de centro direita e corajosa, muito para além do ‘quanto baste’.

Da burguesia lisboeta. Cosmopolita. Oriunda de uma elite a que sempre pertenceu. Das primeiras mulheres jornalistas em Portugal, após o 25 de Abril.

Com um CV notável, no domínio do jornalismo político.

Com o andar dos anos foi perdendo a sua lucidez de análise, hoje acantonada no PSDzismo ridículo e aqui e ali, execrável.

Sá Carneirista convicta, defensora do dito socialismo democrático ou social democrata, o que significa o mesmo.

Com a ascensão de Durão Barros, Santana Lopes e Pedro Passos Coelho, desorientou-se completamente.

Adoro pessoas idosas, desde que lúcidas e inconformadas, talvez porque tenha nascido e vivido numa casa de velhos. O meu pai e a minha mãe tinham idade para serem meus avós. Isso explica todo esse meu fascínio e respeito por pessoas com muito mais idade que eu.

Pergunto: porque será que a SIC, mantém uma comentadora atualmente tão imparcial e ridícula como esta grande senhora do jornalismo político, que ainda não percebeu que o seu tempo passou?

A mesma estação que promove a fascistaria opinativa no seu máximo esplendor.

Hoje é penoso ver Maria João a defender o indefensável. A truncar as realidades do momento para agradar ao establishment montenegrista ou até mesmo venturista.

O que disse hoje acerca da lei laboral e da lei da nacionalidade foi de uma brutalidade intelectual sem qualquer classificação.

E, desta forma, lá vamos nós, cantando e rindo, numa bolha opinativa em todos os meios de comunicação social que privilegiam todos os extremistas da direita.

Alguém que diga à Senhora para ir para a sua casa do Campo Grande, almoçar e jantar com o seu marido e com o seu cunhado, com quem vive ‘porta com porta’, esse grande intelectual, admirador e ‘propagandista’ do ditador Salazar, Jaime Nogueira Pinto de seu nome.

 

PS:

Já agora e por falar em extremismos, haja alguém que diga ao atual Presidente da Câmara da Marinha Grande, que o Vereador Aurélio Ferreira NÃO existe. Não vale a pena sequer responder-lhe. A nada. Mente compulsivamente. É o nosso André Venturazito concelhio. 

Foi muito penoso assistir à última reunião do município.

Guardem os trunfos para a Assembleia Municipal. Nesse fórum, essa sinistra figura não pode mentir, porque entra mudo e sai calado. 

Que a futura diretora do Centro Regional de Segurança Social de Leiria, que vai ter entrada franca em Junho próximo, pela mão da atual Ministra da Cultura, a quem um dia se referiu como: “é uma querida”. Essa técnica de Ação Social que defenda e demonstre todos os factos que deveriam ser imputados à gestão municipal anterior da qual foi responsável.

Deixem o Aurélio morrer sozinho e na santa paz do Senhor!

Que fale, que ria ou que berre durante os 10 minutos regimentais, mas que fique sem resposta em todas as reuniões do executivo.

Falem de futuro e deixem o homem mentir, mentir, mentir. Até porque nunca se vai cansar. Os palhaços de circo são assim. Repetem as mesmas piadas e nunca se cansam, porque há sempre crianças que não assistiram ao mesmo circo do ano anterior e riem-se sempre e batem palmas.

Há sempre Laranjos e Wilsons para tudo, nesta vida de Deus Pai.

Deixem o homem falar. 

Sozinho!

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