Imperador Aurélio, o tonto!
Contrariamente ao que pensava, o Vereador Aurélio vai
continuar, desesperada e ridiculamente, até ao fim do mandato com as suas
prestações habituais nas reuniões do executivo.
Desta vez regressa com a estratégia que utilizou no mandato de
Cidália Ferreira. Tentar retirar os pontos a discussão e votação, numa
tentativa esgotada de constante adiamento de tudo o que apareça.
Sempre com o seu ar professoral, começa por manifestar total
desrespeito pelas mais elementares regras democráticas. Quer rever o Regimento
das reuniões do órgão executivo, apesar das mesmas terem sido aprovadas por
nada menos que 69,1% de todos os eleitos. Tema bastas vezes discutido e
explicado e devidamente aprovado com uma maioria de quase 70%. Não concorda –
altere-se!!!
Viva a democracia Aurélio!
A piscina já devia estar feita, nas suas palavras. Ora isto vindo
da boca de um homem que herdou um projeto aprovado e orçamentado em 6 Milhões
de euros e nada fez a não ser aumentar o seu custo para o dobro sem a primeira
pedra lançada, dá uma enorme vontade de rir.
Uma pequena travessa (a de Vieira de Leiria), cujo morador
após diversas deslocações às reuniões do município nos últimos 4 anos nunca tendo
qualquer solução proposta pelo anterior executivo, o atual Presidente e
técnicos municipais que se deslocaram há três semanas ao local, conceberam uma solução
(definitiva ou provisória) – mas uma solução imediata, lá vem o incompetente Vereador João
Brito, apresentar uma proposta maravilhosa e moderna, votando contra, com
declaração de voto e tudo. Acompanhado pelo voto do ‘Messias’ Ferreira. A falta
de vergonha, elevada à sua máxima potência.
Depois aparecem duas propostas para implementação de duas
gasolineiras, para uma rua da cidade onde o tráfego já demasiado constrangido
comprometeria amplamente a fluidez de transito, já de si caótico. Votam contra, porque esta
proposta se devia fazer acompanhar por um estudo de tráfego automóvel, mesmo sabendo e dito pelo próprio que após esse estudo, votaria contra a sua aprovação.
A isto chama-se adiar constantemente.
É uma estratégia, como outra qualquer. Só que não se
compadece nem com a urgência de recuperar 4 anos perdidos, nem com a
modernidade e exigência da gestão da coisa pública.
Desta vez não falou do e-mail oficial do município. Deve ter
andado a levar pancada de todos com essa estratégia ridícula e esgotada.
Pensei que fosse desistindo, após cada reunião, onde
sistematicamente tem sido desmascarado. Há pessoas que não têm qualquer noção
do ridículo. Problema delas.
E ainda a procissão sobre a sua gestão nem saiu da Igreja,
quanto mais do Adro.
Mente e insiste na mentira.
Vamos ver o que dirá a verdade dos factos quanto aos apoios
comunitários para a transição dos carros elétricos, onde ontem voltou,
descaradamente, a mentir.
Isto não lhe está a correr nada bem.
Quanto ao senhor Engenheiro Brito, após apresentar uma
solução para a travessa de Vieira de Leiria, quando confrontado com o facto de
em 4 anos, nunca o ter feito, limitou-se a responder que as pessoas e as ideias
evoluem e que só agora tem tempo para pensar devidamente as coisas.
Esqueceu-se da maravilhosa decisão de ter impedido a Junta da
Vieira de proceder ao arranjo de três ruas na minha freguesia, limitando- se
debruçar a sua atenção em apenas uma, sem as mesmas valências propostas e tendo
deixado por fazer as outras duas ruas que a minha Junta se propôs realizar,
tendo gasto (apenas com a Rua do Casal d’Anja) mais 30.000 €, que a Junta de
Freguesia teria investido com os TRÊS arruamentos propostos e aprovados em sede
de Assembleia de Freguesia.
Isto não é trágico, porque é cómico. A tragedia foi evitada
no dia das eleições, a comédia assiste-se a cada reunião que passa.
Ainda bem.
Sempre ajuda a sorrirmos, no meio de tanto problema que este
executivo tem em mãos, sendo que a esmagadora maioria deles vem do executivo
anterior.
Quando for conhecido o verdadeiro estado das coisas, aí sim,
quero ver o senhor Engenheiro Aurélio vociferar com a verdade dos factos ou
então, como bastas vezes tem acontecido, a corar de vergonha e remeter-se ao
silêncio.



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