Há coisas que Nunca mudam.
“CHEGA
nacional apoia Vindeirinho
A
Coordenação Autárquica Nacional do CHEGA saúda o vereador Emanuel Vindeirinho,
que inicia o seu mandato na Câmara Municipal da Marinha Grande.
A
CAN manifesta a sua total disponibilidade e colaboração institucional,
assegurando ao vereador o apoio político e estratégico necessário ao pleno
exercício das suas funções autárquicas.
Reconhecendo
o seu compromisso com os valores e princípios do partido, a Coordenação
Autárquica Nacional expressa confiança no trabalho que o vereador Emanuel
Vindeirinho desenvolverá em prol dos marinhenses e do fortalecimento do projeto
autárquico do CHEGA.
A
Coordenação Autárquica Nacional reafirma, ainda, a sua proximidade com todos os
eleitos locais, sublinhando a importância de uma ação autárquica coesa,
responsável e fiel ao ideal de mudança que o CHEGA representa em todo o país.”
In
JMG
No mesmo jornal na edição da passada quinta-feira, aparece um
artigo da Comissão Política Concelhia deste mesmo partido a retirar o apoio ao Vereador
Emanuel Vindeirinho.
Curioso partido este que nunca para de nos surpreender.
Interessante se torna, igualmente, fazer uma breve passagem
por toda essa edição para, em termos de política local, se verificarem três momentos
divertidos.
O primeiro é mesmo o editorial, sempre escrito no plural
majestático (pensamos, sabemos, etc) que o seu diretor utiliza desde tempos
imemoriais. Como se os editoriais fossem escritos a muitas mãos.
Para além das lamurias do costume e as birrinhas de
circunstância, lá vêm ‘as fontes’ dizer que serão atribuídos pelouros ao
Vereador Brito. Nada mais falso. Serve apenas para escarrapachar na manchete
uma coisa bombástica.
Depois aparece um artigo daquele que já morreu e esqueceu-se
de cair, na tentativa de se colar a uma estratégia que já deu frutos. “connosco
tudo seria diferente”. E foi, como se viu. Perdeu no concelho e nas três
freguesias e parece que não aprendeu nada. Paz à sua alma.
E para finalizar, um texto muito bem escrito, “as palavras
todas em carreirinho” como se dizia na praia da Vieira, da inesquecível Fátima Cardoso. A dizer mal do executivo a cujo partido presidiu e de onde foi posta a andar. A isenção no seu estado mais puro. Tão bem escrito está que trunca magistralmente uma realidade mais que
justificada a aprovada 5 contra dois na primeira reunião do executivo.
Chama-se a isto democracia.
De facto, há coisas que nunca mudam.



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