Biblioteca de Instrução Popular.
Ninguém anuncia o fim, nem
interregnos catastróficos. Ninguém faz isso, porque ridículo é. Nada mais que
isso.
Nunca gostei nem do ridículo nem
daqueles que o querem ou gostam de alimentar.
A Biblioteca de Instrução Popular,
como qualquer agremiação de ‘aldeia’ teve sempre, na sua vasta história, altos
e baixos ao longo dos seus 92 anos. É natural. Sempre foi assim!
Muitos foram os tempos em que após
diversas Assembleias Gerais, por vezes, atiradas teriam sido “as chaves” borda
fora devendo as mesmas ser entregues ao Governador Civil de Leiria. Naquele
tempo era assim que se dizia. E ameaçava! Nos tempos maus. E tantos foram.
Nunca tal aconteceu.
Nem irá acontecer agora, como é óbvio.
Já vi muita coisa é verdade. Também
já dei para todos estes tipos de peditórios.
Tudo isto me enoja, porque falso, mesquinho
e absolutamente cobarde e medíocre.
A direção da BIP foi ‘aumentada’ com
mais dois elementos, há menos de seis meses.
O Presidente do Conselho Fiscal foi substituído
sem necessidade estatutária para a sua substituição.
Mas foi. Numa Assembleia Geral Extraordinária.
Ainda bem. Tudo isto ocorreu há pouco tempo.
Agora por motivos diversos pedem
demissão!
Não me vou manifestar acerca de tudo
o que penso sobre esta gestão cultural da minha querida e sagrada Biblioteca de
Instrução Popular.
Todas as minhas considerações serão
ditas no local próprio, que é na próxima Assembleia Geral.
Até lá.



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