Ano Novo, Vida Nova!

 


Ano novo, Vida nova, diz o povo e com razão.

Já no nosso caso, munícipes da Marinha Grande, Ano novo, (mandato velho e podre), mas na esperança de uma Vida nova lá para o final das próximas vindimas.

Difícil é encontrar, nos últimos 1.000 dias alguma coisa com jeito realizada pelo pior executivo municipal de que há memória.

O que nos vale é que faltam apenas 270 dias para que este monumental tormento conheça o seu inevitável e desejado fim.

Tivemos, sabemos hoje, o pior Presidente de Câmara de todos os tempos. A par disso o pior mandato autárquico de sempre.

O desrespeito, a mentira, o silêncio breve e conveniente, a omissão, a perversidade, a perseguição, o despudor na gestão da coisa pública, os prejuízos líquidos nas contas do município sem justificação plausível, a arrogância na tomada de decisões, o maniqueísmo das mesmas, a absoluta falta de projetos próprios, de ideias próprias, de visão de futuro, a demagogia barata e recorrente, uma Assembleia Municipal absolutamente medíocre, atendendo aos membros que a compõem, o pior Presidente dessa Magna Câmara, a tentativa corrosiva e abusiva dos vereadores eleitos nas listas do Partido Socialistas de pretender fazer passar a mensagem de que o povo neles votou e não no Partido que representavam a convite do mesmo. Enfim, não faço o balanço de 2024, concluo apenas o triénio ultrapassado:

Nada de relevante se fez (em termos de obras públicas), nada de planeado se encontra, perderam-se fundos comunitários para diversas obras públicas (Cine Teatro António Campos na Praia da Vieira, com financiamento pré-aprovado por dinheiros do estado central para suprir as destruições patrimoniais do furacão Lesley, e o Terminal Rodoviário com 85% pago com dinheiros comunitários). Nem o que se encontrava pago por terceiros a fundo perdido souberam aproveitar!

A incompetência absoluta.

Entre muitas e muitas inquietações deixo apenas UMA pergunta: “porque é que a dupla escolhida para gestão dos espetáculos culturais do concelho onera o município com as suas contratações de artistas em mais de 40% do que os mesmos artistas custam (pelos mesmos espetáculos) a outras câmaras por este país fora? É esta a virtude da tão apregoada dinâmica da gestão da coisa pública feita pelos privados?

Este falso empresário de sucesso e a sua Técnica de Ação Social conseguiram em três anos criar um colosso de descontentamento interno e externo, naquela que reporto de profundamente medíocre e perniciosa gestão municipal, desde a aprovação da lei das finanças locais até aos dias de hoje. Quanto ao Engº Brito, não faço comentários. Nem sequer evidencia qualquer merecimento para adjetivações de qualquer espécie. Ou é bronco, ou faz-se! Fico-me por uma terceira hipótese, é um vulgar sabujo sem qualquer vontade própria. Lê o que lhe escrevem, faz o que lhe mandam.

Valeram-nos bastas vezes as Vereadoras da CDU. Em quem votei, diga-se!

Em setembro a gente vê-se!

Só desejo que todo este triste trio se recandidate.

É este o meu desejo para o ano que ora começa.

E tudo isto se passa num pequeno e riquíssimo concelho tanto em termos económicos, como naturais.

Provavelmente o melhor concelho para desenvolver atendendo a uma multiplicidade de valias e riquezas de diversa ordem. Só que, para isso, é necessário inteligência, visão, planeamento e vontade.

Comentários

Mensagens populares