Moita e Vieira, descubra as diferenças.
Este executivo municipal, como todos sabem, recusa-se, inexplicavelmente, a celebrar os Contratos Interadministrativos com as 3 Freguesias que compõem o Concelho da Marinha Grande.
Desta forma, algo estranha, dificulta a agilidade de
processos e obras diversas, que só uma Junta pode fazer atendendo à proximidade com as respetivas
populações; mas por outro lado (e é esse o intuito do executivo municipal)
todas as obras realizadas serão depois reivindicadas pelo inefável e
incompetente presidente Ferreira.
O Concelho de Leiria é composto por 18 Freguesias e Uniões de
Freguesias. Cumpre dizer que com todas e cada uma delas foram realizados
Contratos Interadministrativos.
Os dois exemplos que vou mencionar revelam uma realidade aparentemente
incompreensível.
A Junta de Freguesia da Vieira, resolve, à semelhança de todos
os executivos anteriores (desde 1976 – quase há 50 anos) repavimentar 3 ruas. A
rua do Casal d’Anja, a Travessa Gago Coutinho e a reconstrução de uma rua no Boco.
Todos estes arruamentos se encontram infraestruturados com água e saneamento já
feito. Na rua do Casal d’Anja seria ainda construído o projeto das águas
pluviais e um passeio público a norte dessa mesma rua.
Nos últimos 3 mandatos autárquicos, os diversos executivos da
minha Junta arranjaram 78 arruamentos. A expensas próprias. Ou seja, sem
qualquer apoio camarário.
Agora esta Junta, propôs o arranjo das 3 ruas que menciono, com aprovação
em Assembleia de Freguesia, e orçamento escolhido e aprovado após consulta pública.
O que fez O Presidente Ferreira?
IMPEDIU a Junta da Vieira de iniciar estes trabalhos,
alegando que os mesmos eram competência exclusiva da Câmara Municipal.
Já passaram 2 anos. O arranjo destes arruamentos encontra-se
ainda por realizar.
Entretanto, o que se passa na Freguesia da Moita?
Na rua do Vale, contígua à zona industrial, foi ‘atirado’
alcatrão pra cima. O chamado ‘alcatrão eleitoral’. Só que, as infraestruturas
de água, esgotos e pluviais nem sequer foram feitas. Uma obra desta Câmara. Uma
obra inteligente e com visão de futuro, como se vê.
Aconteceu recentemente uma empreitada, no mínimo, ‘desconcertante’
protagonizada pela Junta de Freguesia da Moita.
Num terreno municipal, resultado de uma cedência ao
município, em negociações havidas aquando da construção da Zona Industrial, o
Exmº Senhor Ventura (curioso apelido), resolve construir um parque de estacionamento. Sem
conhecimento do dono do terreno, isto é, a Câmara Municipal.
Chama-se a isto, “fazer filhos em mulher alheia”.
O que disse ou o que fez o inefável edil camarário?
Nada. Rigorosamente nada.
Se isto fosse na Vieira, como será que acabaria esta
história?
Caso haja algum deputado municipal que queira confrontar o
Presidente Ferreira, faça favor.
Não tenho é nenhuma esperança nisso.
PS.
Contratos Interadministrativos
Os contratos interadministrativos são documentos jurídicos
que regulam as relações de cooperação e de colaboração entre entidades
públicas.



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