Infinitude.
Eu sou apenas o que sou
Aquele que pensa e diz
O que por vezes deve ser dito
Porque quase ninguém o faz
Eu sou aquele que acorda a todas as horas
Que come quando tem fome
Que dorme quando tem sono
Que pensa quando lhe dá para isso
Que apenas é
Aquilo que se vê
Que todos vêm
E muito pouco mais
Eu sou o que vomita o estragado
Com letras, palavras e frases
O que bebe sozinho
Porque não detesta a sua companhia
...
Não aprendemos nada meus queridos lindos
Porque há pouco de jeito a aprender nestes infelizes tempos
Já
Tudo
Entre nós
Foi sempre natural e limpo
Como a madrugada
Um mergulho na nossa praia de sempre
Ou ainda
Um arrastão a sair do Porto da Nazaré
Pelas 4 da manhã
Sereno
Seguro
Certo da colheita
Tão perto
Quase o podemos agarrar
Como aconteceu a semana passada
Na nossa varanda nova
Meus queridos filhos
Nós somos o que somos
Apenas
Porque nos amamos
Incondicionalmente
Uns aos outros
O sublime é apenas isso
E
Pouco mais
Porque
'Como' diz o outro
Pelo Sublime "é que vamos".
É por aí que temos ido, meus Amores
Desde o primeiro dia
Até agora
Até sempre!
A Infinitude deve ser isto ...


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