Professor Doutor António José Ferreira.

 


Tantas têm sido as vezes que dou comigo a pensar “porque não fui para direito”?

Seria, com toda a certeza impossível para mim, por mais medíocre que fosse a faculdade onde me inscrevesse, concluir esse curso.

Um dos meus escritores preferidos, quando me encontrava em Lisboa no ISEG, era o António Alçada Batista. Advogado de profissão. Profissão essa que exerceu durante poucos anos. Dizia ele, que quando defendia uma parte, sentia sempre algum “carinho” pela parte contrária. E, … desistia do processo.

Abandonou tudo e construiu uma editora de referência naquele tempo. Optou por ser escritor, uma pessoa muito difusa e até contraditória. Um intelectual. Um homem do mundo.

Uma vez ao descer a avenida da liberdade dei com ele a fazer o mesmo percurso. Fiquei entusiasmadíssimo e pedi-lhe um autógrafo num caderno de apontamentos da faculdade.

Ele, perfeitamente distante e até grosseiro, lá fez o frete. Eu só dizia, “adoro os seus livros. Sinceramente”.

Ele nada. Lá fez o frete e acelerou caminho.

Confesso que odeio este tipo de comportamentos de vedeta, porque quem assim os pratica, não devia expor-se ao escrever um livro, um artigo de jornal ou outra forma publica de expressar uma opinião. Ninguém precisa de decifradores de oráculos. Ninguém tem necessidade de tentar privar com seres superiores, que quando estão na privacidade dos seus íntimos revelam todas as taras e devaneios menos próprios, como parece ter sido sempre o caso do António Alçada Batista.

Escreveu livros sublimes. É verdade. Só não foi uma pessoa sublime. Isso não foi.

Coitado dele.

Como disse Mário Soares, que nunca foi nenhum santo: “O Alçada tinha sempre conversas muito pouco edificantes”. E em relação a mulheres e a alcovas se referia o ex Presidente, quando ao escritor e católico Alçada Batista se referia.

Enfim. Coisas da vida e de quem a vive ou pensa que sabe viver.

Tudo isto pensei após ter lido mais um editorial do senhor Professor Doutor António José Ferreira, no jornal de que é coproprietário e principal responsável.

Até hoje, costumava dizer que quanto mais importância resolvemos entregar a certas pessoas ou instituições que não a merecem ter, pior fazemos.

É o caso dessa espécie de jornal da Marinha Grande!

E neste domínio não é apenas o senhor Professor Doutor António José Ferreira que tem culpas, porque o seu sócio silencioso, Doutor João Cruz, sempre foi permitindo que todas as afrontas cometidas pelo diretor e editorialista dessa infeliz e ridícula publicação fossem cometidas, assim como chantagens escritas e ameaças diversas proferidas.

Que o senhor professor doutor António Ferreira não passa de um vulgar escroque, todos o sabem na Marinha Grande. Que sempre se vendeu a quem mais oferece, também todos o sabem e poderão comprovar, agora que hoje em dia tenha alguma importância ou capacidade de influência na divulgação da informação que interessa a quem lhe paga, isso, meus caros, foi chão que já deu uvas.

Em vez de gastar todo o espaço do seu editorial a responder a posts de alguns munícipes, sugiro que faça uma reportagem acerca da violência doméstica, que é um tema acerca do qual, tem conhecimentos profundos, particulares e antigos.

Seria, de certo uma excelente reportagem. E ainda mais se fosse cruzada com processos de divórcio atípicos. Sim porque hoje em dia e desde há alguns anos todos ou a maioria dos processos de divórcio não se compadecem com comportamentos repreensíveis de violência doméstica. Assim do tipo de estaladas e pancadaria gratuita.

Anda lá Tó Zé, faz uma reportagem sobre isso. Ainda mais agora que existe uma CPCJ que podes sempre auscultar para aferir uma opinião atual, concreta e justa.

Até pode ser que consigas um anúncio!

Com esta gente, nunca se sabe.

Ou um anúncio ou um bocadinho de terreno no centro da Marinha Grande para arrendares durante as “noites brancas”.

A comparação com António Alçada Batista é apenas circunstancial, porque o editorialista em questão, não tem absolutamente qualquer qualidade comparativa. É apenas o que sempre será um parolo medíocre. Tal como os seus "colegas" de outras publicações regionais o definem.

Mas sobre o tema proposto ele sabe muito. Tem insider information. 

Vamo-nos lá deixar de merdas Tó Zé!

Que és patologicamente narcisista é uma coisa. Não aceitas uma critica. Todos sabemos isso.

Que sempre foste um vendido, toda a gente sabe que essa "original" forma de estar sempre foi a tua "marca de água". Ou preferes que eu debite por aqui algumas dezenas de exemplos?

Que tens um jornaleco do mais medíocre que há nestas redondezas, também sabes que é verdade. Que mendigas apoios, só para viabilizar a continuidade desta espécie de jornal, também te fica mal, mas é o que tens feito!

Vai à tua vida académica!

Vai dar aulas nessa faculdade que te coloca anúncios de meia página para que a sua diretora lá vá aparecendo com o seu cabelo louro magnífico e com respostas feitas a metro. 

Agora, não digas nunca, mas nunca mais, que essa merda onde escreves é um jornal!

Sabes porquê?

Porque de uma enorme porcaria não passa, nem passará enquanto por ai estiveres a fingires que és inteligente e isento.

As redes sociais, como dizias na tua porcaria de editorial, fazem mais pela informação do concelho que esse pasquim nojento e desprezível.

Sabes porque escrevo estas coisas pá? Porque não tenho medo de ti nem do que publicas. E, também, diga-se em abono da verdade, estou completamente farto da tua forma de "desfazer política".

Vai à merda. 


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