Os subservientes.
Sempre detestei à náusea todos os tiranos da história. Mas
por vezes não basta referirmo-nos aos grandes, porque coexistem alguns outros bem
perto da(s) nossa(s) comunidade(s). São os que julgando deter mais e maior poder,
fazem, dizem e ameaçam com a leveza de quem observa um horizonte, sem pensar
concretamente em nada de especial. Mas ameaçam. Com mais ou menos ‘leveza’ nas
palavras e no tom.
A ameaça gratuita, a ameaça infame, a ameaça sem justiça nem
razão. Todas estas personagens quando assim agem, fazem-no sempre em proveito
próprio, por gozo pessoal de ‘achincalhar’ quem ouve e diminuir toda a total capacidade
de reação do humilhado.
Comecei a dar por mim, há pouco tempo atrás, a dizer aos
meus filhos, que quando temos razão e lutamos pelo lado certo, tendo as
convicções ‘afinadas’ ao momento e à circunstância, teremos sempre todas as
vitórias ganhas. Umas demoram mais que outras, é certo, mas no fim o sabor da
vitória por quem soube prevalecer, manter-se leal a si próprio, não manifestando
nunca medo algum em lutar por aquilo que tem como justo, equilibrado ou apenas
certo, sempre esteve carregado de razão.
Certamente não os estou a preparar condignamente para a vida
de todos os dias, onde apenas vencem as pessoas ‘escorregadias’, com pouca ou
até mesmo nenhuma coluna vertebral e fazem a vidinha deles sempre de acordo com
os diversos chefinhos de circunstância com que se vão deparando pela vida fora.
Tenham que não tenham razão. Todo esse tipo de gente segue as suas hierarquias
de uma forma que direi canina.
Infelizmente para todos, este tipo de seguidismo é cada vez
mais uma realidade, nestes tristes tempos em que vivemos.
"Prometo... pôr sempre em prática os valores que recebi do
berço, no respeito pelo outro, no trabalho para alcançar o
que se elege, em olhar sempre de frente e nunca de cima".
Vítor Santos (Responsável da Biblioteca Municipal de Leiria em entrevista ao JL de hoje).
"o iodo é a nossa praia!"
É desta forma que todos os veraneantes serão recebidos ao entrar na praia da Vieira. Um esforço de cooperação e extrema interajuda dum grupo de apenas 6 pessoas. Em duas semanas de trabalho conjunto.
A primeira fase deste projeto está concluída. As seguintes serão obviamente trabalhadas e organizadas pela Câmara Municipal. Caso assim o entendam, naturalmente.
Agora, sobrancerias?
Dispenso! Em absoluto.



Não diria subserviência, mas antes suportar alguns tiques ditatoriais em prol de um bem superior de defesa dos superiores interesses da comunidade.
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