Augusto(s) Oliveira(s). A descompensação canalha em modo de anonimato.

 


Todos nós na Marinha conhecemos o impacto do anonimato nas redes socias. Tivemos o execrável blog ‘Largo das Calhandrices’ que durante 10 anos foi trucidando constantemente os dois últimos executivos socialistas. Todos sabemos quem foram os seus mentores. Foi de tal forma descarada a sua intenção, que uns meses após a posse do executivo municipal Mpm, esse estranho blog magicamente desapareceu. Abundavam nessa altura os comentários altamente desfavoráveis aos detentores de pelouros recentemente eleitos.

O anonimato nos comentários não deve ser tolerado por ninguém. Pelo menos pelos democratas.

É isto que penso.

Tudo o que escrevo tem a minha assinatura aposta. É assim que deve ser. Fui três vezes em quatro anos a reuniões de Câmara. Duas para falar da necessidade de se constituir uma Área de Reabilitação Urbana na minha terra. E a última para dizer, “olhos nos olhos e palavra contra palavra” tudo o que pensava sobre a proibição por parte deste presidente a que a Junta de Freguesia da Vieira tivesse realizado 3 obras públicas.

Fi-lo e voltaria a fazer.

Para quem abundantemente insinuava que eu só escrevia no conforto e a coberto do teclado, ficou provado que, com todos os meus defeitos, esse não é um deles.

Nesta campanha, fomos conhecendo, pelo menos, três perfis falsos na rede Facebook.

Ele é o ‘Comentadeiro Eleitoral’ com as suas doutas e isentas análises políticas, eivadas de imprecisões, canalhices, mentiras e deturpações. Recentemente apareceu o ‘Sacadura Júdice’ uma criação do mesmo autor onde escreve análises sobre os candidatos socialistas, as suas motivações e (in)capacidades e hoje, eis que surge agora o senhor 'Augusto Oliveira', com uma partilha notável de cartoons com títulos bem sugestivos acerca de várias pessoas.

Uma coisa é ter graça ou tentar tê-la, sem ofender os visados. Com desenhos, títulos de filmes, situações cómicas. Já outra, bem diferente, é atirar a pedra e esconder a mão. Insinuando circunstâncias, vivências e exemplos eivados de uma perversidade tal, que só caracterizam o carácter do seu autor. Não assinando rigorosamente nada que publica e divulga cinicamente.

Tristes tempos estes, onde em nome da liberdade e do que ela permite, tudo vale. "Até tirar olhos."

No livro que publiquei ‘Praça da República, 22’ o texto nº 58 tem por título o seguinte:

“Problemas difíceis, resultados ‘fáceis’”. Nele explico, momentos em que tive diversos problemas de adição ao álcool. É verdade.

Aconteceram no passado. Ultrapassei esse período com enorme dificuldade é certo. Lembro-me de perguntar ao meu filho António se se sentiria envergonhado com essa publicação, que lhe dei a ler antecipadamente. Recordo como se fosse hoje a resposta do meu filho.

“Tenho bastante orgulho que a faças pai.”

E fiz.

E nunca me arrependi de o ter feito.

Hoje entre outras publicações infelizes de um perfil falso, aparece esta imagem.

Será que é assim que se faz política hoje em dia?

Pergunto-me, ‘isto dá votos? e se der, é digno utilizar armas tão baixas?’

Para certas pessoas, pelos vistos, é!

Hoje, 12 de janeiro, aparece este notável cartoon deste mesmo autor, conforme foto infra.


Tá tudo dito.

Ou talvez não.

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