Parabéns Industrial Desportivo Vieirense. Meu Clube do coração.

 




Caros sócios e Amigos deste enorme Clube.

Dirijo-me a todos neste meu blog.

Este emblema que é o nosso, é um emblema grande e naturalmente, de liberdade e democracia absolutas.

A memória obriga-me a fazer menção a dois nomes:

Zé d’Amor e ao nosso primeiro mecenas, Albano Tomé Féteira, sem os quais nunca seríamos o que atualmente somos no panorama desportivo distrital.

O clube, com o maior património.

Sem quaisquer ónus nem encargos.

Nem à banca, nem a sócios, nem à autarquia.

Com quase 500 atletas federados nas mais diversas modalidades que este grande clube mantém.

Com elevado brio e inúmeros prémios, distritais, nacionais e europeus.

Recordo o louco do Afonso, que sonhou as atuais instalações, a Isabel que agarrou o testemunho nessa grande maratona e o Nuno Simões que concluiu a tarefa e soube cruzar a meta.

Recordo ainda as dezenas e dezenas de direções e notáveis e inesquecíveis atletas que serviram e servem este enorme Clube.

Manifesto ainda a enorme e determinante importância que o Industrial Desportivo Vieirense teve, na formação desportiva, moral e cívica dos meus filhos mais novos. Que o amam profundamente e seguem os seus resultados semanalmente.

Contribuí, enquanto bancário, para montar duas enormes operações de crédito para que as direções do IDV conseguissem atingir todos os seus sonhos.

E cumpriram.

Integralmente.

Com tantos e tantos sacrifícios.

Gostava que todos nós sentíssemos um enorme orgulho no emblema que todos amamos.

Porque nos dignifica, nos prestigia e nos honra.

Enquanto sócios, e, acima de tudo, como vieirenses que amam, acima de qualquer outra coisa, a sua terra.

Obrigado Afonso.

Só os doidos, como tu és, conseguem fazer sempre a diferença.

Obrigado pá.

Temos o nosso chão, a nossa casa e temos ainda a nossa enorme história e sem esquemas mal explicados, como o maior clube desportivo da Marinha Grande que tem um credor que fechou as portas do histórico Campo da Portela a cadeado. Isso, na Vieira seria, de todo, impensável. Porque, as nossas poucas Associações têm a rara capacidade de conversar e estabelecer consensos. Como sempre digo, quando se vende património, fica-se sem ele e após uns anos, sem o dinheiro. Veremos, ilustre benemérito, negociante de batidos para emagrecer. Veremos! Enfim, solidariedades eleitorais passadas, sem qualquer dúvida.

Viva o Industrial Desportivo Vieirense.

Sempre!

Ficamos a um ano apenas do nosso primeiro Octogésimo Aniversário, com saúde financeira, desportiva e Associativa.

Parabéns!

Estar a 11 meses das oito décadas, … é para muito poucos.

Outros, quarenta anos mais velhos, atolados em dívidas, péssimas e megalómanas opções de gestão de anos e anos. Mas, que brilhantes os últimos 30 anos daquela nobre gente!

Faltava-vos fecharem as portas pelo benemérito de serviço, venderem o eterno Campo da Portela e estraçalharem o produto da venda dentro de poucos anos.

Ponham os olhos no modesto IDV, e, já agora, tenham a humildade de aprender como se fazem as coisas.

Por vezes, os (habitantes dos satélites) como nos chamou o Helder Serra, que geriu sempre um clube sem património, nunca aprendeu que os satélites como a lua, ditam as marés e os humores dos planetas aos quais se encontram ligados.

A incompetência, a ignorância e a petulância sempre foram muito atrevidas rapazes. 

É esse o vosso principal problema: estarem em desacordo uns com os outros e endossarem as vossas mediocridades a terceiros. Àqueles que se afirmam, apenas porque SÃO indiferentes a todos os vossos devaneios e eterna má lingua!


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