O ódio dos Socialistas ao Partido Socialista e a tudo o que ele representa.

 


Interessante se torna constatar algumas luminárias que ou por opiniões manifestas ou por silêncios cúmplices têm evidenciado asco ao PS.

Seja local, nacional ou até ao candidato à presidência da República apoiado pelo Partido Socialista.

A nível local, estão todos (os pouquíssimos) devidamente identificados. Ou se demitiram à última hora, como o Engº Rafael Almeida, numa deriva absolutamente tergiversante e assaz ridícula, que apoia o mesmo e o seu contrário depois das brilhantes intervenções na AM de onde se demitiu, muito surpreendido com as canalhices do inefável Curto Ribeiro e da doutoríssima Cláudia Fabiana Perfeito. Como se isso tivesse sido uma surpresa.

Apoiou, após ter prometido apoio à atual Presidente eleita Professora Catarina Sarmento e Castro, sua amiga de infância. Enfim, “palavra dada palavra honrada”.

Tudo na vida tem sempre inúmeras justificações, haja para isso imaginação e desapego à verdade dos factos.

Depois, apoia o dr. Sérgio Silva, tendo-se esquecido do entusiasmo que manifestou com a candidatura de Paulo Vicente à presidência da autarquia. Já nem vou aos apoios para as juntas, porque apenas votava no PS na freguesia em que não votava – na Vieira.

José Valada foi o que se soube. Um mascarado que destilou fel à exaustão e como qualquer cobarde, diz que não escreveu tudo o que tinha escrito. Enfim. Prometeu processar-me por difamação. Mas que grande processo é aquele que volvidos quase dois meses ainda não saiu do escritório do dr. Vitor Hugo. Ainda o aguardo para me poder divertir em tribunal. Com esse é mais “agarrem-me se não eu bato-lhe.” Parece que agarraram o homem. 

Fátima Malesso, foi o que foi. Depois de destilar ódios vários nas redes internas do partido, lá apareceu com as suas unhas falsas e a sua voz estridente e peito proeminente a dizer, num jardim, logo pela manhã, após as eleições que se respirava um ar diferente na Marinha Grande.

Tereza Coelho, como sempre, dentro da toca, carregada de ódios diversos a desejar, desesperadamente a derrota do seu partido de sempre que lhe permitiu ser alguém, alguma vez na vida e quase sempre por nomeação partidária.

A nível nacional temos o ‘cabeça de ananás’ como lhe chamava o grande João Paulo Pedrosa a manifestar agora o seu apoio ao Cotrim.

O PS, no seu melhor.

Estas personagens têm todos um denominador comum:

Um profundo ressabiamento.

O cabeça de ananás é um tipo inteligente que fez três vezes exame à ordem de advogados e três vezes chumbou.

Encostou-se ao PS, enquanto Presidente da Associação de Estudantes de Direito aquando da subida das propinas de 1.200 escudos/ano para 2.500 escudos/ano. Estava eu a estudar em Lisboa e as propinas não sofriam qualquer aumento há dez anos. 

"Não Pagamos, não pagamos." 

Nunca alinhei nessa merda. Continuava a ser uma miséria por ano.

O homem promoveu greves, apareceu na televisão. Gesticulou como qualquer militante do PSR (Partido Socialista Revolucionário, que pontificava na minha escola, o ISEG, do Francisco Louçã).

O Mário Soares achou-lhe graça e promoveu-o a deputado da Nação e depois disso a eurodeputado. Nunca mais parou de ‘endireitar’. O grande Sérgio Sousa Pinto.

Agora é um ‘extremista’ de centro direita, Deus o salve.

Apoia o Cotrim.

O Sérgio Sousa Pinto é um anticomunista primário e malcriado, como bastas vezes o tem demonstrado. Esquece-se que sem os comunistas portugueses durante 48 anos de fascismo talvez não pudesse dizer todas as alarvidades que diz. Um boçal. Vendido ao comentário. Apoiou todos os líderes do PS que traiu na primeira esquina da vida. 

Que se filie no PSD ou na IL.

Depois temos o Ferro Rodrigues, a Mariana Vieira da Silva e o seu magnífico pai, mais o ex-presidente da AR, o doutor Augusto Santos Silva, ex LCI, de extrema esquerda, tendo depois em voz off dito que adorava "bater na extrema esquerda". Toda essa ilustre gente odeia António José Seguro. Talvez porque tenha a dignidade que lhes falta e sempre faltou, como personagens do Eça, todos eles.

Não sei se irei votar Seguro ou no António Filipe, isso não sei. Sei que esta canalha não representa o meu partido de sempre.

Este é o mais execrável Partido Socialista de que tenho memória.

A nível local, nacional e europeu.

Fartei-me deles.

E bloqueio-os a todos.

Deus me conserve sempre assim!

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