Arrependimentos.
Arrependimentos?
Coisa
estranha, essa!
Não,
ninguém,
bem lá no
fundo, se arrepende de nada.
Talvez,
porque,
já não se vá
a tempo…
Sei lá.
Não tem
qualquer interesse.
Para
ninguém,
nem mesmo
para os supostamente arrependidos.
Vida,
novo dia,
madrugada
nova,
isso sim, tem
interesse,
porque de alma,
de futuro,
de esperança
e de essência… se trata.
Tem o tudo,
que é tudo.
A negação do
nada absoluto,
do que é
cínico,
falso, e,
tanta vez,
apenas e só,
conveniente.
Para os
‘arrependidos’ desta vida.
Barda merda para
todos e para isso tudo.
Que ninguém
se arrependa de coisa nenhuma,
mesmo
daquilo que,
supostamente,
se deveria ter arrependido.
Que ninguém
o faça, apenas,
porque a
vida não merece cínicos e cobardes.
A vida é
mais.
Porque uma enorme e eterna aprendizagem.
Nada mais
que isso.
O resto?
O resto,
como dizia o outro:
É silêncio!
Vieira, 19 de maio 2017



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