O “Comentadeiro Eleitoral” visto à Lupa…
Cheguei felizmente a uma fase da minha vida em que só faço o
que me dá enorme prazer.
No entanto, há coisas, que nos obrigam a tomar posições.
Foi essa ausência de atitude que permitiu a que certas sinistras
figuras ganhassem palco e fossem pouco a pouco, tomando conta disto tudo.
A indiferença dos justos, por vezes vai permitindo que certas
realidades se instalem.
O ‘CHEGA’ é um destes fenómenos.
Uma agremiação de fascistas e descontentes, que se vão
apoderando do regime, que nem coragem tem para ilegalizar o que ilegal sempre
foi.
Nestas eleições e, tristemente, num palco do Facebook do
Jornal da Marinha Grande e na Marinha TV, instalou-se confortavelmente, um pretenso
notável do município, com alguns falsos perfis, que foi vociferando tudo o que
lhe foi apetecendo acerca destas eleições.
Uma personagem completamente identificável, considerando a
sua peculiar e inconfundível forma de escrita, tudo foi dizendo. Achincalhando
tudo o que a PS cheirasse.
Programa, listas, estratégia política, campanha. Tudo estava
e sempre esteve mal desenhado. Apenas porque o próprio foi preterido nas listas
do mesmo partido para a Câmara.
Tenho pouco prazer em escalpelizar integralmente os seus
inúmeros comentários anónimos. Tenho pouco prazer, mas sinto-me com essa
obrigação, porque quando nos tornamos indiferentes aos cretinos desta vida, de
certa forma contribuímos para que vençam ou vão lentamente ganhando
espaço e importância.
Aqui fica a minha análise a UM
comentário. Apenas um, porque, felizmente para mim, tenho muito mais que fazer.
“Desafio, pois, o referido senhor a identificar, de forma
clara, objetiva e documentada, uma única passagem em que o “comentadeiro” tenha
faltado à verdade, à decência ou ao respeito a alguém. O silêncio, ou a
habitual fuga para os ferinos ataques pessoais, servirão apenas como
confirmação da absoluta falta de fundamento das acusações.
É sabido que a verdade dói, e dói sobretudo a quem dela
procura escapar. Mas a verdade e a realidade são incontornáveis, teimosas, e
imunes a camuflagens.”
‘Comentadeiro Eleitoral’, 07 de outubro de 2025 in página
Facebook JMG
“No fundo, o que temos no atual PS é uma frágil
coligação de interesses, cimentada por traições e exclusões, sob uma liderança
fraca, que tenta desesperadamente fingir-se e apresentar-se como coesa perante
a iminência do desastre eleitoral.
Aguardemos.”
‘Comentadeiro Eleitoral’, 04 de
outubro de 2025 in página Facebook JMG.
E não é que aguardei.
Não sou, nem nunca fui dos que pensam que não devemos
responder a mentiras e boçais alarvidades. Mesmo que as mesmas sejam ditas a
coberto de um ridículo anonimato. Ridículo sim, porque facilmente identificável
e, consequentemente exposto à vista de todos.
Apelidaste-me de ‘Sicário da Vieira’, isto é, assassino a
soldo. Desconheces a minha vida e a minha relação totalmente desprendida com o
dinheiro, com os interesses e com as coisas materiais. Falta de informação da
tua parte, certamente. Não escrevo por interesse, faço-o apenas e tão só por
convicção e por princípios.
Já no passado recente, a inefável Fátima Malesso, após anos
de interessada colaboração e presunçosa amizade, me resolveu estampar na cara o
petit nom de ‘Lacaio do Paulo Vicente’. Curioso epiteto, porque deveria
saber que a minha relação de profunda e bastante antiga amizade que mantenho
com o atualmente eleito presidente do município, nunca me impediu de lhe dizer
sempre o que penso, independentemente de saber, que por vezes, as minhas
opiniões tivessem sido frontalmente contra as suas. Devem ser assim as relações
de amizade, porque se assim não forem, de verdadeira amizade não se tratam
nunca. Mas registei, com bastante agrado, esse nickname, ainda mais, vindo de
quem veio.
Na Marinha Grande e para os notáveis Carlos Laranjo e ambos
os Wilsons (pai e filho), mais não sou que um simples bêbado. Assim o disse em
Assembleia Municipal, o ´senior’, tendo o júnior e o Laranjo escrito
abundantemente o mesmo nas redes sociais.
O que se revela interessante neste tema das alcunhas que me
atribuem, nem são os nomes propriamente ditos, mas sim as pessoas que os criam
e divulgam, numa pretensa forma de me agredir agradavelmente.
Estás portanto incluído no grupo dos Wilsons, do Laranjo e da
Fátima Malesso. Extraordinárias criaturas todos vós, não restam dúvidas.
Dito isto, vamos aos factos. Sim aos factos, porque esses
falam sempre sem qualquer necessidade de adjetivação.
1º
“Agora resolveu inventar um conto de ficção sobre uma suposta
(in)existente união no Partido Socialista, para mobilizá-lo novamente.
Ora, as uniões não se proclamam nem se decretam.
Conquistam-se com legitimidade, honestidade e com um projeto que una em vez de
excluir.”
Olhemos então, atentamente, para os resultados eleitorais
desta noite. Rebobinemos toda a campanha. Contabilizemos a envolvência de 95%
dos militantes e centenas de simpatizantes.
Pois é dr. Valeta! A realidade de hoje e dos últimos meses, que
para uns foi um momento de manifesta e contagiante alegria, entusiasmo e
construção, já para outros, como tu, mais não foi que um enorme murro no
estômago. Um balde de água gelada. O que vos irá fazer bem, de certo, porque
vos refrescará a cabeça de tal forma aquecida, com tanto ódio e profundo
recalcamento.
2º
“Pelo que este senhor tem dito e escrito, o PS atual só se
encontra “unido” na defesa dos interesses pessoais que convenientemente se
sobrepõem ao interesse coletivo. Basta espreitar a lista autárquica: a
hereditariedade é o critério de seleção que supera o da competência.
Nela está o seu próprio filho, a "sua" mulher teria
entrada directa para directora do teatro, caso vencessem as eleições.”
O meu filho João é um puto universitário de 20 anos e ocupa o
honroso 18 º lugar nas listas do Álvaro Cardoso. Se só existisse o Partido
Socialista, o rapaz seria apenas eleito como último membro da Assembleia de
Freguesia, o que até dá vontade de rir. É que não vivemos em regime de partido
único, pelo que, na prática, o meu filho, nunca irá pôr os pés na nova
Assembleia de Freguesia. É um miúdo inteligente, tem muitos amigos, fala com
todos e, tem opiniões próprias (como todos os meus filhos, porque assim os
eduquei sempre) e foi naturalmente convidado a aderir ao projeto socialista
para a Vieira e disse que sim, que podiam contar com ele. Onde é que isto é
tema? Só numa cabeça retorcida, que na falta de argumentos, inventa-os,
divulga-os e esgrime-os. Da pior maneira possível. Era o que mais faltava se alguém só por ser da minha família se encontrasse impedido de participar na
política e na vida pública.
A minha mulher tem nome, escusavas até de colocar entre comas
a palavra “sua”. A Helena Godinho é técnica superior do município da Marinha
Grande há mais de trinta e quatro anos. Entrou no tempo do João Barros Duarte.
Por concurso. Por duas vezes chefiou distintas divisões e com elevado brio. Foi
diretora do Teatro Stephens durante anos, com os resultados que se conhecem,
por serem públicos. Não tem, nesta fase da sua vida, de provar rigorosamente
nada a ninguém. Nem aos outros nem a ela própria. Não irá voltar à Casa da
Cultura, porque nunca se deve voltar a um lugar onde se foi feliz. Nunca se
moveu nem por influências, nem por jogos de poder ou de interesses. Foste
profundamente desrespeitoso acerca de uma pessoa que não conheces. Fizeste-o
apenas para me agredir a mim. Revelas com isso a tua forma de estar, de pensar,
de concluir e claro, de ser.
3º
“Só não entrou o próprio porque, pelos vistos, nem para
fechar uma lista lhe reconhecem mérito.”
Enganas-te mais uma vez dr. Valeta. Fui muito honrosamente
convidado pelo Álvaro, pelo Noraldo, pelo Gonçalo Cardoso e pelo Paulo Vicente
a ocupar o lugar de candidato a presidente da Assembleia de Freguesia da minha
terra. Convite que declinei, porque entendo não ter, nesta fase da minha vida,
tempo e motivação para isso. Já desempenhei essas funções, tendo sido membro da
minha Assembleia durante muitos mandatos, fiz parte das listas do PS desde os
meus 18 anos e penso, exatamente por isso, que esses lugares devem ser
preenchidos por pessoas mais novas que eu ou por vieirenses interessados em
participar na vida democrática da sua freguesia. Nunca quis ter lugares fora
‘das fronteiras’ da minha terra. E, neste aspeto cumpri, muitos anos com o meu
dever de cidadão empenhado e participativo. Não apenas na política, mas também
e sobretudo no mundo associativo, com os resultados que são públicos e
reconhecidos por todos os vieirenses.
4º
“Sim, o PS está unido… mas nos assassinatos de carácter que
andam a praticar, expondo militantes e lançando acusações dignas de taberna. O
próprio não se coíbe de afirmar que nos gabinetes da Câmara do actual candidato
do PS à edilidade houve ordenados pagos a meias, dinheiros que jorravam por
baixo dos panos, prostituição (Bar 58), etc.,”
A verdade, meu caro Zézito, nunca é assassina. Nunca. Porque
a verdade é a verdade. E, enquanto há pessoas que se entregam a causas e
procuram seguir os valores em que foram educados, outras há, essas sim, que o
fazem ‘a soldo’ e se movem, por interesses.
Durante os dois anos em que o presidente de Câmara hoje
eleito, e, desempenhando, no passado essas mesmas funções, houve quem, para se
manter no lugar tivesse exigido ser recompensada mensalmente com 500 euros.
Partilhando dessa forma parte do vencimento devido ao presidente. Não foi nem
por cima nem por baixo dos panos Zézito. Foi mensalmente. Bem sei que isto
envergonha (ou deveria envergonhar) quem desta forma se manteve em funções num
período assaz difícil, porque o PS apenas dispunha de dois eleitos e uma
oposição feroz e concertada. Tirou partido dessa fragilidade e exigiu sigilo
absoluto, para se manter no cargo. Acontece que estas circunstâncias são, vê lá
tu, novamente factos! E estes factos foram-me relatados, há um mês, através de
um ex colaborador de topo que já não se encontra a trabalhar no município.
Na vida, caro rapaz, há sempre ‘pontas soltas’, que se
conhecem, nas piores alturas. Fiquei surpreendido e enojado com essa realidade.
Fiquei e ficarei sempre! Repugnam-me estas estranhas formas de ser.
À náusea. Provavelmente a ti não.
O que escrevi no meu blogue a 12 de setembro, sobre este
triste tema foi: “há quem só se saiba movimentar por 'prendinhas', como dizem
as putas do 58, deus as salve!”
Para um licenciado em comunicação, parece que não conheces a ironia,
o sarcasmo ou o significado da palavra metáfora.
Em que tasca te licenciaste Zézito? Foi numa escola superior de
educação, não foi? Pois, é verdade. Não te ensinaram o obvio, na ‘arte de
comunicar’? Deve ser por isso que te ficaste pelas vendas de coisas por atacado
e não trabalhas no mundo da comunicação propriamente dita.
5º
“Vem dizer que o actual presidente da Junta da Vieira está
doente. Esta notícia das duas uma: ou está a dizer que o senhor só vai dar a
cara ou está a apelar ao voto com base no sentimentalismo e na compaixão. O
candidato não merecia isto.”
Como comunicador corajoso que és, leste (ou escreveste!), de
certo, a seguinte pérola de um ‘compagnon de route do anonimato’, o grande
“Sacadura Júdice”, que deixou o que se segue:
“o caso de Álvaro Cardoso, na Vieira, é inevitável: um
candidato popular e bem cotado, apresentado como cabeça de lista, mas com a
função real de abrir caminho a um substituto que, em segunda linha, assumirá
efetivamente o poder e o comando da Junta da Vieira.”
Meu caro Zézito, se há alguém que nunca necessitou de que lhe
abrissem caminho é o Álvaro Cardoso. E, o contrário também é verdade. Não serve
nem servirá nunca para ‘abrir caminho a ninguém’.
Correu publicamente, como bem sabes, que não se iria
candidatar por motivos de saúde. Isto é um facto! Aceitou recandidatar-se pela
terceira vez à presidência da Junta da Vieira, ultrapassados todos esses
problemas. Outro facto.
As perversas mentes, como a tua cedo se apressaram a concluir
que esta terceira candidatura estava concebida de forma a permitir a assunção
do mandato por um período de tempo curto mas suficiente para dar lugar ao seu
número dois.
Para quem conhece este homem, sabe bem que nunca seria
possível patrocinar esquema tão vil e enganador. Sabes, o Álvaro Cardoso é, sem
dúvida, o melhor presidente de Junta que nós vieirenses jamais conhecemos. E
tivemos muitos e bons na chefia do nosso executivo. Acontece que, como também
deverias saber, nem com a presidência da Cidália e muito menos com o Aurélio
Ferreira, a minha Junta teve vida fácil, nem uma postura cúmplice e
colaborativa por parte desses executivos municipais. Encontram-se agora finalmente
reunidas as necessárias e bastantes condições para que o Álvaro saia em 2029,
com o seu projeto inicial concluído e aumentado substantivamente.
Essa é a sua grande e única motivação.
As tuas insinuações, seja com um perfil ou com outro caem
assim pela base. E, claro, evidenciam mais uma vez a tua enorme falta de
carácter e respeito pela verdade.
6º
“Mas vamos à tal união: todo o processo foi tecido à base de
traições, negociações obscuras, concessões e exclusões. Onde está essa união
quando os factos dizem o contrário?
Fátima Cardoso colocou-se de lado. Luís
Toscano, segundo se comenta, calou-se mas não se revê na política praticada.
José Valada evaporou-se.
Estes eram alguns dos mais jovens, dinâmicos e competentes
quadros do PS, mas foram metodicamente neutralizados nos jogos de poder
liderados por Paulo Vicente.”
“Fátima Cardoso colocou-se de lado”. Conjugaste mal o verbo Zé. A frase
correta deveria ter sido:
‘A Fátima Cardoso FOI
colocada de lado’.
Todos sabemos porquê.
Recusou demitir-se da presidência da CPC do PS, após ter sido
tornado público o relatório da Deloitte acerca da sua gestão na empresa
municipal.
Neste momento, aguardam-se três relatórios importantes. A
saber, o da Inspeção Geral de Finanças, o do Ministério Público e outro do
Tribunal de Contas.
Convenhamos que não são matérias de somenos. Apenas para ti
estes factos não se revestem de qualquer relevância. Estamos conversados!
O grande Luís Toscano, de quem disseste tudo e tudo fizeste
para que perdesse as internas não se calou. É uma figura inexistente que entrou
para o Partido Socialista há meia dúzia de dias e com interesses materiais
manifestos. Mas tu sabes todas essas pequenas misérias. Omites estes factos e
elevas agora o dr. Toscano a um jovem turco com grandes e incontestáveis
qualidades políticas e intelectuais.
Coitadito do Toscano.
“José Valada evaporou-se.”
Não, não se evaporou. Demitiu-se do Secretariado, porque
assim o entendeu, reservando o seu lugar de comissário, onde poderia,
participar, falar e votar.
Nunca mais pôs os pés no partido, optando pela criação de
dois (?) perfis falsos na rede Facebook, esgrimindo a intriga, um pretenso
divisionismo interno, manifestando sempre, na sua isenta e douta opinião, toda
a enorme ‘incompetência’ dos candidatos, da campanha e do programa eleitoral.
Este és tu Comentadeiro. Este tens sido sempre tu.
Não apareces nem provavelmente irás voltar a aparecer tão
cedo nas reuniões do partido, porque nessas reuniões ninguém consegue entrar de
cara tapada. A tua nova especialidade.
Que exemplo de dignidade e honradez passas à tua filha.
Que grande homem me saíste Zézito.
Que grande homem!
Outra coisa, que já me ia esquecendo e uma vez que segues
atentamente o meu perfil e lês tudo o que escrevo e partilho, pergunto: a
felicidade dos outros incomoda-te assim tanto, porquê?
Estranha pergunta a minha, de certo. Será que és assim um
tipo tão infeliz e mal resolvido com a vida?
Até os 5 dias que passei na Bélgica com a Helena serviram de
tema para os teus comentários asquerosos.
Vê se consegues ser feliz e deixa os outros em paz.
PS:
Dito isto, tudo o que escreveres daqui p frente enquanto
‘Comentadeiro Eleitoral’ ou com outro perfil anónimo, que entretanto, cries ou
tenhas criado, da minha parte, não receberás uma palavra que seja.
Ficarás a falar completamente sozinho ou numa acesa conversa
entre anónimos ‘de bem’.
Escrevas o que escreveres, lembra-te Zézito, não nos ofende
quem quer e tu nunca me ofendeste rapazinho. Meteste-me nojo. Apenas isso.
E hoje tiveste a resposta.
A minha e a do povo da Marinha Grande que NÃO corroborou todas
as tuas brilhantes e isentas análises.
Todos os teus enormes esforços NÃO foram devidamente
recompensados. Não convenceste rigorosamente ninguém.
Sabes porquê?
Porque és um canalha, pá!
Um canalha pedante e ridículo. Como todos os canalhas são.
Lembras-me o Dâmaso Salcede, “personagem secundária
de ‘Os Maias’, do Eça, dividido entre a admiração bacoca por Carlos
da Maia, e ao mesmo tempo os ciúmes e a inveja que a superioridade do amigo e a
sua relação com Maria Eduarda lhe provocam.
Por despeito, publica uma notícia anónima (tu escreveste muitas
– és ainda melhor que o triste do Dâmaso) acerca das relações entre Carlos
e Maria Eduarda, o que o obrigará a uma retratação vergonhosa e estará na
origem do rompimento da amizade com Carlos.”
Este és tu Zé Valeta.
Uma personagem secundária de um enorme romance da língua portuguesa. Neste caso, a mais asquerosa e ridícula figura desse monumental livro.
Deverias ter lido. Não como leitura obrigatória do 11º ano
(que todos os putos leem e poucos entendem, como deve ter sido o teu caso), mas
apenas pelo prazer de conhecer a sociedade, a política e claro a alma humana. Devias
ter relido este livro uns anitos mais tarde.
…/…
Se conseguires encontrar um tapete voador por aí, onde agora
te movimentas com tanto sucesso material, agarra-o, mas não o vendas (!), senta-te
em cima dele e voa … / … para parte incerta.
PS 1:
Apagaste todos os comentários e posts de todos os perfis falsos que construíste Zézito?
Corajoso rapaz me saíste tu!
😎
Resolveste seguir o meu conselho e voaste para parte incerta. Para além do tapete, usaste da sensatez. Sempre é uma manifestação de alguma sabedoria.



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