Comentadeiro Eleitoral. O escroto.
"Nos últimos dias, tem-se assistido a uma campanha concertada
de tentativa de descredibilização e humilhação de todos os que ousam criticar
algo relacionado com o PS da Marinha Grande, com especial ênfase no
“Comentadeiro Eleitoral”, materializada em ataques vindos de um franco-atirador
simpatizante daquele partido. Um elemento que, diga-se de passagem, aparenta
estar particularmente desequilibrado, tal a agressividade e o descontrolo dos
seus escritos, sintomas de quem parece ter abandonado a medicação adequada.
Esta táctica, longe de ser um ato isolado, é a reativação de
um instrumento utilizado com frequência sempre que se precisa atingir alguém de
forma calculada e suja. E lá surge o sicário, sempre pronto, sem olhar a meios
para satisfazer os interesses de quem, dentro do PS, lhe dá ordens e lhe
garanta benefícios directos ou indirectos. Todos sabemos quem é a sua mulher, a
área em que trabalha na Câmara Municipal da Marinha Grande e as críticas
públicas que têm sido feitas ao executivo camarário nessa mesma área, que, por
sinal, e ironicamente, é das que melhor funciona.
O modus operandi é, na verdade, muito simples e revelador: o
candidato ex-presidente não eleito da Câmara, a sua ex-chefe de gabinete e o
seu atual número 2 definem o alvo, e o sicário-mor executa, de forma servil, o
serviço sujo.
Pela minha parte continuarei a efetuar os meus comentários,
quer o tipo goste ou não goste."
Meu caro comentadeiro,
Pouca inteligência tens ao ripostar tão agradavelmente ao que
deixei exposto acerca de ti. Se tivesses uma réstia de inteligência, não te
exaltavas desta maneira. Mas, há pessoas, que de tão inteligentes julgarem ser,
nunca pensam na inteligência dos outros.
Vamos por partes:
Podes continuar na tua senda persecutória ao Partido
Socialista e seus candidatos. Até podes incluir a ex-chefe de Gabinete do “não
eleito presidente de Câmara” na tua lista de mandantes. Acontece, como bem
sabes, que a mesma não se encontra alinhada nem com as listas do PS, nem com
rigorosamente nada nestas eleições. É a chamada esperteza saloia da vossa
parte!
Depois falas em medicação, na minha relação pessoal com uma
técnica superior da Câmara Municipal, de seu nome Helena Godinho.
Usas efetivamente argumentos que só dignificam a tua
capacidade, a tua inteligência e a tua monumental chico-espertice. Sabes rapaz,
na vida, não nos ofende quem quer. Tu ou melhor, vocês, não têm essa capacidade.
Continua a vomitar análises políticas nas redes, a coberto do
anonimato. Só te engrandece. Melhor dizendo, só vos engrandece.
Não tens cara para levar uma bofetada, porque, bem vistas as
coisas, nem cara tens. És um fantasma.
Um nada.
Um Zé Ninguém!
Quando alguém inteligente e sério quer opinar, opina, mas não
se esquece de apor a sua assinatura.
Tu ou vocês os dois, não assinam. Destilam ódio breve, chispam
raiva, ressentimentos, ofendem gratuitamente. Nem a vida privada dos outros
respeitam. Nem a vida privada, nem problemas de saúde. Mas, tudo bem rapazinho.
São esses os vossos argumentos.
Agora ‘Sicário’? que significa: “originário do termo em latim
para "homem da adaga", é hoje mais conhecido como um assassino
contratado (quem mata por dinheiro ou recompensa) ou, mais amplamente, um
homicida”.
São muito ridículos.
Se há uma coisa que sempre prezei e paguei na vida por ser
assim, é pensar (mal ou bem) pela minha cabeça, não tivesse estado dois anos
sem falar com o Paulo Vicente. Onde estavam vocês nessa altura?
Tu, nos confins de Deus e a tua amiga, nos confins do dinheiro,
recebido por baixo de todos os panos. A soldo! Do ordenado que nunca foi dela! Não sabias? Pois! Há quem só se saiba movimentar por 'prendinhas', como dizem as putas do 58, deus as salve!
Shame on you.
Continua tu nos comentários e a tua amiga no azedume.
Vão à merda!
Com a pressa do ódio, o teu texto até parece escrito pela
inefável Fátima Malesso. Só que não foi. Essa agora, anda mansa.
A vitória do vosso partido está a fazer-vos uma impressão enorme.
Como disse atrás, vão bardamerda!
Os dois.
E, já agora assina o que escreves Zé Ninguém ou o que te sopram para escrever.
Filho da Puta!



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