Fiquem bem.
Muita coisa
tem feito por mim o Mar da Nazaré.
A paz que, de uma forma ou de outra, sempre procurei,
de tantas
maneiras que já me esqueci de quantas foram.
Desta vez, e
de uma forma simples e contemplativa,
silenciosa,
breve e absolutamente serena,
devolveu-me
à vida
em toda a sua plenitude.
É o barulho quase silencioso das ondas,
a cor,
a luz,
o promontório,
a pedra do guilhim,
a minha mãe.
Sei lá.
Tudo ao
contrário do que por cá tenho tido.
Boa sorte.
A minha paz
não se pode nem deve compadecer com certas
andanças
que não são,
como nunca foram
as minhas.
Há certas coisas que, simplesmente,
não têm como nunca tiveram qualquer preço.



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